Logeion: Filosofia da Informação http://revista.ibict.br/fiinf <p>A Revista Filosofia da Informação é uma publicação semestral, vinculada ao Grupo de Pesquisa Filosofia e Política de Informação do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT. A fim de acolher a diversidade de abordagens teóricas e pontos de vista, a revista publica artigos, ensaios, originais e inéditos, nos idiomas português, espanhol e inglês.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;http://dx.doi.org/10.21728/logeion</p> IBICT pt-BR Logeion: Filosofia da Informação 2358-7806 <p>A revista é publicada sob a licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Partilha nos Mesmos Termos 4.0 Internacional.</p><p>O trabalho publicado é considerado colaboração e, portanto, o autor não receberá qualquer remuneração para tal, bem como nada lhe será cobrado em troca para a publicação.</p><p>Os textos são de responsabilidade de seus autores.</p><p>É permitida a reprodução total ou parcial dos textos da revista, desde que citada a fonte.</p> Expediente http://revista.ibict.br/fiinf/article/view/5811 <p>Expediente</p> Clóvis Ricardo Montenegro de Lima Copyright (c) 2021 Logeion: Filosofia da Informação https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-09-13 2021-09-13 8 1 Preface http://revista.ibict.br/fiinf/article/view/5810 <p>Preface</p> Clóvis Ricardo Montenegro de Lima Copyright (c) 2021 Logeion: Filosofia da Informação https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-09-13 2021-09-13 8 1 Apresentação http://revista.ibict.br/fiinf/article/view/5809 <p>Apresentação</p> Clóvis Ricardo Montenegro de Lima Copyright (c) 2021 Logeion: Filosofia da Informação https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-09-13 2021-09-13 8 1 Presença social e institucional dos Chefes de Governo das Américas nas Redes Sociais http://revista.ibict.br/fiinf/article/view/5805 <p><span class="VIiyi" lang="pt"><span class="JLqJ4b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="0">Este artigo examinou os perfis pessoais dos Chefes de Governo dos países da América do Sul / do Norte e como eles se comunicaram com seus públicos sobre as medidas institucionais para conter o COVID-19. As análises foram realizadas em dados coletados do Twitter de novembro de 2019 a novembro de 2020. Este estudo inclui: i) análise quantitativa, medição de categorias e ênfases na comunicação de tweets, retuítes, curtidas e comentários sobre assuntos relevantes para a pandemia; ii) análise qualitativa que permitiu avaliar discursos para identificar a interferência política e a eficácia da comunicação em momentos críticos da pandemia. Foi possível inferir que cada presidente tem suas singularidades e compreensão sobre o uso das Redes Sociais como ferramenta de comunicação mais direta com seu público. Verificou-se também que o sucesso da comunicação não é diretamente proporcional ao volume de mensagens no Twitter, mas aos aspectos sociopolíticos e lideranças institucionais que podem fazer a diferença nas Redes Sociais no combate ao COVID-19.</span></span></p> Lucas Dejard Moreira Mendonça Adriano Madureira dos Santos Harold Dias de Mello Junior Rita de Cássia Romeiro Paulino Karla Figueiredo Fernando Augusto Ribeiro Costa Marcos César da Rocha Seruffo Copyright (c) 2021 Logeion: Filosofia da Informação https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-09-13 2021-09-13 8 1 104 129 10.21728/logeion.2021v8n1.p104-129 Princípios à Filosofia da Informação http://revista.ibict.br/fiinf/article/view/5803 <p>As discussões e problemas que surgem a uma área em desenvolvimento, tal como se deu à Ciência da Informação, ensejam uma tarefa teórica “filosófica”, que se acomodaria, como dimensão fundamental deste campo de pesquisa, em debates cujas concepções e consequências discursivas escapam às formas com que se lidaria, cotidianamente, com o objeto de interesse da área e seus respectivos pressupostos. Nesse âmbito, visto como primordial, se colocariam em questão os alicerces e princípios que assegurariam o trabalho e a delimitação conceitual do objeto apreendido pela Ciência da Informação. Nesse sentido, o objetivo deste artigo é colocar em análise duas propostas nomeadamente filosóficas de fundamentação da Ciência da Informação. Especificamente, desenvolver-se-á um comparativo entre duas propostas teóricas quanto ao objeto da Ciência da Informação: uma ontológica e uma outra epistemológica. Esse quadro comparativo terá por base as posições de Floridi e Frohmann de uma filosofia da informação. Assim, guiando-se pelo método teórico-exploratório de investigação, a pesquisa concentrar-se numa revisão (qualitativa) de literatura cujo resultado visa uma contribuição teórica ao plano da pesquisa fundamental na área. As considerações orbitam, finalmente, o <em>modus operandi </em>que cada autor acaba empreendendo para esse tipo de projeto teórico, bem como a concepção de filosofia que motiva tais pesquisas.</p> Ramon Ordonhes Copyright (c) 2021 Logeion: Filosofia da Informação https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-09-13 2021-09-13 8 1 46 60 10.21728/logeion.2021v8n1.p46-60 Mediação via representação temática da informação http://revista.ibict.br/fiinf/article/view/5800 <p><strong>Objetivo</strong>: O presente artigo visa apresentar o processo de Representação Temática da Informação como via mediadora da informação. Intenta-se demonstrar confluências entre a pragmática biblioteconômica e os conceitos que fundamentam a Teoria do Agir Comunicativo, numa perspectiva de reorientação das ações de mediação da informação a partir da ação comunicativa orientada para o consenso linguístico para a superação da colonização do mundo da vida.</p> <p><strong>Método</strong>: Construímos esse caminho por meio de uma pesquisa bibliográfica, buscando em bases de dados da área da Ciência da Informação produções que discorrem sobre tais conceitos, aproximando as discussões sobre representação temática, enquanto elemento de mediação da informação, e a referencialidade teórica habermasiana como possibilidade para a construção de uma abordagem crítica que possibilite aos indivíduos interagirem com a informação, por um processo mediador da informação reorientado por uma razão comunicativa, instada num consenso linguístico aceito por uma comunidade de usuários.</p> <p><strong>Resultado</strong>: Apresentamos a representação temática da informação como via pela qual se perfaz a mediação da informação, associando o processo técnico da representação temática da informação à Teoria do Agir Comunicativo. Vislumbra-se, desta maneira, propor uma mediação da informação que busque o consenso linguístico e a interação, via agir comunicativo, em oposição à razão instrumentalizada pelo capital, reorientando as ações para uma tomada de consciência que leve os atores envolvidos nos processos informativos à superação da visão hegemônica do capital, por meio do uso da razão comunicativa, a partir da qual o consenso estabelecesse por uma linguagem que visa o entendimento comum no ambiente sistêmico das bibliotecas.</p> Gerson Moreira Ramos Junior Meri Nadia Marques Gerlin Copyright (c) 2021 Logeion: Filosofia da Informação https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-09-13 2021-09-13 8 1 77 90 10.21728/logeion.2021v8n1.p77-90 O Método e a máquina http://revista.ibict.br/fiinf/article/view/5799 <p>Este artigo visa debater a ontologia do método a partir da noção de máquinas enquanto produtoras de realidade. Somos dominados pelas mesmas tecnologias que criamos, retroalimentando um aparato que funciona através de nós, que constitui o final da história como concebida por Marx: construída pela humanidade. Realizamos os projetos da modernidade, as potencialidades de nossa cultura ocidental nos provaram ser amedrontadoras. Nossa sociedade foi fabricada segundo regimes de registro, consumo e produção, de tal maneira que o processo nunca para. Quebrar com essa lógica do aparato implica em projetar novas formas e forças que permitam que se projetem novos futuros. Assim, para além do método enquanto ferramenta de trabalho do Real, a deontologia de novos mundos livres de maquinações perversas, do império do método da sociedade pós-industrial, a fim de produzir uma nova história.</p> Dorival Campo Rossi Rodrigo Malcom de Barros Moon Copyright (c) 2021 Logeion: Filosofia da Informação https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-09-13 2021-09-13 8 1 91 103 10.21728/logeion.2021v8n1.p91-103 Diálogos entre a informatika e a ciência da informação http://revista.ibict.br/fiinf/article/view/5794 <p>De um lado a Ciência da Informação foi se consolidando no eixo occidental, a partir década de 1960, expandindo sua influência inteletual em países da America Latina, substuindo uma tradição francesa-europeia de Documentação, e como meio de controle ideológico e da informação; do outro surge uma proposta reativa do eixo comunista, a Informatika. Posto isto, pretende-se neste ensaio criar lugar pra reflexão acerca de alguns pontos em que a Informatika influenciou a Ciência da Informação ocidental, mais precisamente a estadunidense, sobretudo nas primeiras décadas da Guerra Fria, como também o inverso, ou seja, as influências da CI dos Estados Unidos à Informatika. Para tanto, iniciaremos nossas reflexões a partir de duas escolas: a da Teoria Matemática da Comunicação e da Epistemologia Social. Posto isto, o problema de pesquisa incide na seguinte questão: Apesar dos aspectos mercadológicos e ideológicos tão distintos dos blocos capitalista e socialista, é possível verificarmos algumas convergências teóricas na construção da Ciência da Informação e da Informatika? Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, com aspectos exploratórios. Conclui-se que apesar da União Soviética apresentar distintamente a informação social e tê-la como algo importante ante a ideologia do partido socialista, foi visto que a informação científica e técnica também foi muito aprimorada e valorizada pelos soviéticos. Assim como os Estados Unidos não priorizaram sempre o aspecto técnico da informação. As duas vertentes – social e técnica - caminharam juntas, ora predominando mais uma, ora outra, nos dois blocos, dependendo do momento e dos objetivos.</p> Mariana Rodrigues Gomes de Mello Daniel Martínez-Ávila Copyright (c) 2021 Logeion: Filosofia da Informação https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-09-13 2021-09-13 8 1 61 76 10.21728/logeion.2021v8n1.p61-76 Existe uma Biblioteconomia da Nossa América? http://revista.ibict.br/fiinf/article/view/5735 <p>Neste artigo são exploradas algumas condições de possibilidade de um pensamento bibliotecário na América Latina. Para tanto, foi analisada a proposta de uma “Biblioteconomia de Abya Yala”, especialmente os desafios de suas reivindicações e por apresentar alguns sintomas generalizados nessa classe de ideações (como inconsistências conceituais e metodológicas derivadas de <em>preconceitos identitários</em> regionalistas). Dois problemas básicos foram identificados: “identidade de exclusão” e o suposto estado epistêmico de “saber de inclusão”. A “identidade desde a exclusão” refere-se ao problema de tentar definir a identidade latino-americana desde o ponto de vista “não anglo-saxão”, e pelo critério de descartar as ideias estrangeiras como parte das ações a alcançar, de uma forma de maneira artificial, o caráter “latino-americano” autêntico (sem uma justificativa epistêmica envolvida). Por outro lado, o problema do suposto “saber de inclusão” (que parte, antes, da exclusão e <em>marginalização hermenêutica</em>) assume os mesmos preconceitos de identidade e repousa, indiretamente, no arcaico pensamento funcionalista da biblioteconomia. Apesar disso, sua característica mais controversa acaba sendo que ele se baseia em estados epistêmicos deterministas que não são sustentáveis ​​ética ou epistemologicamente (nem mesmo na esfera prática mais imediata).</p> Ariel Antonio Morán-Reyes Copyright (c) 2021 Logeion: Filosofia da Informação https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-09-13 2021-09-13 8 1 4 26 10.21728/logeion.2021v8n1.p4-26 A materialidade simondoniana e a questão da informação http://revista.ibict.br/fiinf/article/view/5726 <p>A noção de informação cristalizou-se na área sob uma perspectiva da Teoria Matemática da Informação, sob o enfoque da comunicação, todavia, essa não é a única semântica possível. Gilbert Simondon utiliza o conceito de informação como elemento envolvido no processo de individuação. Em diálogo com a filosofia de Deleuze e as contribuições do pesquisador Faucher este ensaio explora a ontologia de Simondon a fim que recolocar o conceito de informação à Ciência da Informação. Para Simondon não há indivíduo físico, biológico, psíquico ou social sem informação. A informação implica o devir da e na matéria. Sob tal fundamentação, a Ciência da Informação realiza-se no ciclo virtual-intensivo-atual enquanto segue a materialidade que devém na medida em que se informa e se individualiza. À Ciência da Informação é aberta a possibilidade de pensar a informação enquanto força intensiva sobre um plano imanente.</p> Solange Puntel Mostafa Igor Soares Amorim Copyright (c) 2021 Logeion: Filosofia da Informação https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-09-13 2021-09-13 8 1 27 45 10.21728/logeion.2021v8n1.p27-45