Educao da sensibilidade

“Educação da sensibilidade”, informação em arte e tecnologias para inclusão social

Lena Vania Ribeiro Pinheiro

Doutora em comunicação e cultura, UFRJ/ECO. Pesquisadora e professora do Ibict.

E-mail: lenavania@terra.com.br

Resumo

Discute-se o potencial da informação em arte, educação pela arte, educação da sensibilidade, competência informacional e tecnologias de informação e comunicação (TICs), embasada nas idéias e conceitos de Fisher (necessidade da arte), de Read (educação pela arte e educação da sensibilidade) e de Silva (consciência). São considerados a sociedade da informação, as políticas públicas e o papel de museus e bibliotecas de arte neste processo. É preciso reconhecer que a convergência dos componentes estudados pode conduzir à inclusão social.

Palavras-chave

Inclusão social; Informação em arte; Educação pela arte; Educação da sensibilidade; Competência informacional; Tecnologias da informação e comunicação; Sociedade da informação.

“Education of sensitiveness”, information on art and technologies for social inclusion

Abstract

This paper discusses about resourcefulness of information on Art, Education through Art, education of sensitiveness, informational competency and technologies of information and communication (TICs), based on Fisher’s ideas and concepts (need of Art), Read’s (education through Art and education of sensitiveness), and Silva’s (consciousness). Information society, public policies, and the role of Art museums and libraries are taken into consideration in this process. It is necessary to have in mind that convergence of the components studied can lead to social inclusion.

Keywords

Social inclusion; Information on art; Education through art; Education of sensitiveness; Informational competency; Technologies of information and communication; Information society.

A função da arte não é a de passar por portas abertas, mas é a de abrir as portas fechadas.

(Ernst Fisher, 1973)

IDÉIAS INTRODUTÓRIAS

Da invenção dos computadores, na década de 40, à Internet / Web, o mundo vem passando por transformações sobretudo tecnológicas que marcaram uma nova era. Neste “admirável mundo novo”, denominado sociedade da informação, oriundo da globalização e das tecnologias de informação e de comunicação (TICs), também novos conceitos emergiram e têm sido estudados por importantes teóricos: ciberespaço, desterritoria-lização, virtual, não-presença, inteligência coletiva, hipertexto e comunidades virtuais, entre outros.

Estes novos paradigmas afetam a sociedade como um todo, nos seus aspectos sociais, educacionais e culturais, potencializam a informação e o conhecimento e trazem para o centro das discussões a inclusão social.

O pensador Castells (1999), reconhecendo que vivemos em uma “sociedade em rede”, ressaltou que “a presença na rede ou a ausência dela e a dinâmica de cada rede em relação às outras são fontes cruciais de dominação e transformação de nossa sociedade...”

O olhar político sobre a “rede das redes” nos leva a pensar como a Internet pode contribuir para o acesso à informação, a geração do conhecimento e a formação da cidadania, questões que estão profundamente relacionadas à educação.

A pergunta que se impõe é se as “tecnologias da inteligência”, assim chamadas por Levy (1993), podem ser instrumentos capazes de diminuir a distância que separa povos ricos dos pobres em informação. Na verdade, este é um processo que abrange, de forma articulada, inclusão digital, competência informacional (information literacy) e inclusão social.

Não basta a inclusão digital, a competência informacional, também denominada alfabetização informacional ou alfabetização tecnológica, torna-se fundamental. Uma de suas definições é de “fluência científica e tecnológica e no saber utilizar a informação, criando novo conhecimento”, e sua autora, Dudziak ( 2001), enfatiza o papel educacional de bibliotecas e bibliotecários

Sobre competência informacional, cujo termo foi introduzido na década de 70, existe literatura já significativa, no exterior, mas no Brasil está apenas começando, e Hatschbach (2002) levantou, em sua dissertação de mestrado, conceitos e sua evolução, além de serviços, tutoriais etc.

O objetivo deste artigo é expor e debater o potencial de informação em arte e dos recursos tecnológicos na sua aplicação à educação, especificamente à educação pela arte e à “educação da sensibilidade”, visando à inclusão social, no contexto de museus e bibliotecas de arte.

Os museus de arte, na sua condição de centros de referência cultural e na sua potencialidade educacional, bem como as bibliotecas de arte, geram informações artísticas e culturais.

Sobre os museus, componentes deste processo, o filósofo brasileiro José Américo Pessanha, no seu belo artigo “A retórica dos museus”, lembra-nos que “a seu modo, conjuntos e sistemas de objetos falam, argumentam e persuadem” e devem servir à historicidade viva e múltipla.

Nossa argumentação busca fundamentos na história e na sociologia da arte, tecendo uma rede de idéias de dois pensadores estrangeiros, Ernst Fischer e Herbert Read, e de um pesquisador brasileiro, Rubens G. R. da Silva.

O primeiro, Fisher, é poeta, filósofo, escritor e jornalista austríaco, e sua visão marxista de arte está exposta no seu livro A necessidade de arte. Para este teórico, arte é atividade característica do homem como forma de trabalho que envolve a relação do homem com a natureza e é comum a todas as formas sociais.

O segundo, Read, sociólogo inglês, sociólogo-esteta, crítico, historiador e filósofo da arte, na sua obra Educação pela arte, desenvolve o conceito de “educação da sensibilidade”.

O pesquisador brasileiro Silva, da área de ciência da informação, tem formação em história e história da arte e, na sua tese de doutorado abordando digitalização de acervos de imagens para preservação de informação, buscou fundamentos teóricos do conceito de consciência, sobretudo em Platão e Marx, para desenvolver sua pesquisa.

A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO NO BRASIL E POTENCIAL DAS TICs

A sociedade da informação mereceu, de diferentes países, políticas públicas cuja interpretação nacional gerou programas e projetos com enfoques também distintos.

No Brasil, os anos 90 foram marcados pela implantação da Internet e pelo Programa Sociedade da Informação (SocInfo), centralizado no Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), mas do qual faziam parte vários ministérios. Este programa reuniu as diretrizes para o setor no documento políticoLivro verde.

A linha da ação mais diretamente relacionada à temática deste artigo é a de universalização de acesso aos serviços para a cidadania, cujo objetivo foi o seguinte:

“promover o desenvolvimento, o uso e a disseminação das telecomunicações e da informática como mecanismos de enriquecimento cultural e de obtenção de informações para toda a população brasileira, através da implantação de telecomunidades, telecentros comunitários em bibliotecas abertas ao público” (TAKAHASHI, 2000).

Abrangia bibliotecas públicas (federais, estaduais e municipais), centros de referência cultural (museus, arquivos) e bibliotecas das organizações da sociedade civil que tivessem pré-requisitos mínimos de infra-estrutura tecnológica, com recursos do Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações (Fust).

Mas estar na rede exige condições sociais, econômico-financeiras e de educação que permitam ao cidadão usufruir a infra-estrutura tecnológica e o capacitem a acessar informações. Que dizer desses pré-requisitos em um país como o nosso, de altos índices de analfabetismo e imensos desequilíbrios de distribuição de renda e com milhões de pessoas em condições de pobreza?

Em contrapartida, as TICs facilitam a reprodução da imagem e possibilitam o acesso a obras de grandes acervos de museus e particulares e também propiciam a representação de imagens em suas dimensões (tridimensional), de forma mais próxima do real, pois a reprodução em papel, em livro, fica aquém. Portanto, para museus e bibliotecas de arte, este é um recurso inesgotável na sua função educativa e estimuladora de aprendizagem, inclusive para analfabetos e analfabetos funcionais, e pode contribuir, decisivamente, para a inclusão social.

O Governo eletrônico (2000), de certa forma dá seqüência ao SocInfo, uma vez que está concentrado em três das suas linhas de ação (universalização de serviços, governo ao alcance de todos e infra-estrutura avançada) e, entre os seus comitês técnicos, destacamos o de inclusão digital.

Assim, o importante é o quanto cada sociedade se apropria socialmente da tecnologia para o exercício da cidadania, e esta preocupação está presente no

Livro verde:

“Educar em uma sociedade da informação significa muito mais que treinar as pessoas para o uso das tecnologias de informação e comunicação: trata-se de investir na criação de competências suficientemente amplas que lhes permitam [...] bem como aplicar criativamente as novas mídias, seja em usos simples e rotineiros, seja em aplicações mais sofisticadas. Trata-se também de formar indivíduos para ‘aprender a aprender’, de modo a serem capazes de lidar positivamente com a contínua e acelerada transformação da base tecnológica” (TAKAHASHI, 2000).

A educação como nucleadora das discussões aparece em um artigo de Rattner (2002), quando aborda a inclusão social, cuja viabilidade seria possível:

“... somente quando, através da participação em ações coletivas, excluídos são capazes de recuperar sua dignidade e conseguem – além de emprego –acesso à moradia decente, facilidades culturais e serviços sociais como a educação”.

Para Rattner (2002),

“não basta pesquisar e construir teorias para induzir ações transformadoras. Os eventuais resultados terão que ser combinados com um aprendizado social que incorpore elementos de ação coletiva, experimentação social e políticas públicas inovadoras...”

IN FOR M A Ç Ã O, I N FOR M A Ç Ã O E M ARTE, COMPETÊNCIA INFORMACIONAL (INFORMATION LITERACY) E INCLUSÃO SOCIAL

Como a informação e as tecnologias, na condição de instrumento/ ferramenta, concorrem para divulgar, disseminar e universalizar o acesso à arte, a obras artísticas, e podem estimular a criatividade das pessoas e sua consciência?

A arte, para ser comunicada, deve passar a informação semântica e a informação estética, esta última não traduzível. A característica de intradutibilidade, apontada por Moles (1981), é reforçada por McLuhan (1964), ao ressaltar a “inadequação das palavras em transmitir informação visual sobre objetos”.

Esta experiência, perpassada pela tecnologia, é estudada na ciência da informação e em uma de suas disciplinas, a informação em arte, que, por sua vez, tem início nas bibliotecas de arte e está vinculada à representação da informação artística, redes e sistemas de museus de arte e museus virtuais.

Informação em arte “é o estudo da representação do conteúdo informacional de objetos/obras de arte, a partir de sua análise e interpretação e, nesse sentido, a obra de arte é fonte de informação “e, ao mesmo tempo, expressa “múltiplas manifestações e produções artísticas (PINHEIRO, 1996).

A arte e a produção artística são comunicadas sob a forma de informação artística e tendo como suporte as novas tecnologias de informação, o que pode levar à concretização de um trabalho social e educativo.

Algumas características das TICs são muito importantes nesta discussão, sobretudo o seu caráter de multimídia, no qual imagem, som, texto e movimento confluem e se tornam meio propício para representação e transferência de informação em arte. Ao mesmo tempo, no âmbito da produção artística,

“as novas tecnologias introduzem diferentes problemas de representação, abalam antigas certezas no plano epistemológico e exigem reformulação de conceitos estéticos” (MACHADO, 1993).

A transferência da informação, por sua vez, não assegura o conhecimento e depende do

“conjunto de ações sociais como os grupos e as instituições organizam e implementam a comunicação da informação através de processos seletivos que regulam sua geração, distribuição e uso” (GONZÁLEZ DE GOMEZ, 1993).

Este processo propicia a passagem da inclusão digital e informacional para a inclusão social.

EDUCAÇÃO PELA ARTE E “EDUCAÇÃO DA SENSIBILIDADE” VISANDO À INCLUSÃO SOCIAL

Neste tópico, será construída uma rede de teorias e conceitos, fundamentos das questões aqui expostas, de forma entrelaçada.

Segundo a abordagem de Fisher (1973), da função social ou implicações sociais da arte e sua relação com a realidade histórica, eclode a necessidade de uma linguagem ou meio de expressão e comunicação, no processo coletivo de trabalho, uma vez que a “arte, ela própria, é uma realidade social”.

Acreditamos que o “caráter coletivo da arte, de expressar e de usufruir” (Fisher, 1973), poderia ser amplamente alcançado com o uso das tecnologias de comunicação e informação.

Outro aspecto da questão relaciona-se à consciência humana e está evidenciado nas seguintes afirmativas que se vinculam mutuamente : “a arte não é um subproduto do desenvolvimento social ( senão) mas um dos elementos essenciais que entram na constituição da sociedade” e “... foi, e ainda é, o instrumento essencial para o desenvolvimento da consciência humana”. Portanto, a convergência do trinômio arte, educação e sociedade pode sustentar a formação individual e social, norteadora da consciência e propulsora da inclusão social.

O reconhecimento da educação como foco central deste processo está presente no pensamento de Read, para o qual “ a arte não é conteúdo, é a base da educação e da própria formação”. Nas suas obras Arte e sociedade, Arte e indústria, Significado da arte e, especialmente, Educação pela arte , Read clama pela “educação da sensibilidade”, que ele lamentava estar esquecida, proclama a imagem como fonte de todo o conhecimento e conclui que “é lentíssima a evolução da sociedade nas suas dimensões mais profundas, comparada à rapidez dos sonhos dos indivíduos”.

Finalmente, a pesquisa de Silva (2002), que se relaciona com a de Fisher no que diz respeito à consciência e ao pensamento marxista. A alegoria ou mito da caverna, de Platão, desencadeia o seu raciocínio para chegar à Teoria da Consciência, na concepção marxista de história – sujeito como ação.

Na relação com a tecnologia, Silva (2002) traz para a atualidade a sua interpretação:

“O mundo é nossa caverna, nossa prisão, aquele que se livra das correntes da caverna, contemplando a realidade, e aquele que utiliza a tecnologia de acesso a conteúdos digitais para ampliar a sua consciência. O monitor seria o meio de intercessão”.

Na continuidade de sua reflexão, o autor correlaciona computadores, imagem, mundo digital, conteúdos/informação, sons, textos e imagens digitais:

“O ciberespaço expõe a possibilidade do conhecimento através do conteúdo digital que disponibiliza. O écran de nossos computadores torna-se porta de acesso a um enorme mundo de imagens, representações de nossas realidades humanas, reflexos do que somos, do que pensamos, do que vemos, do que fazemos. Uma pequena caverna no interior da caverna mundo, dirigindo a nossos olhos um inventário impossível de relatar, tamanha sua vastidão e possibilidades de nos trazer conteúdo representado em linguagem quase invisível de ‘zeros e uns’ convertido, por sua vez, em sons, textos, imagens digitais [...]” (SILVA, 2002).

QUESTÕES FINAIS

No decorrer deste trabalho, teorias e conceitos foram sendo apresentados como se fossem uma rede e, nos seus construtos, teóricos recorreram a metáforas como portas fechadas que se abrem. No entanto, na abertura de portas ou, quem sabe, no ultrapassar muros e montanhas, alguns empecilhos sejam enfrentados.

Em primeiro lugar, o antigo problema das “duas culturas” que Snow (1997) há tanto tempo (1959) percebeu e que, apesar da interdisciplinaridade e transdisciplinaridade hoje tão estudadas, é difícil na sua passagem para ação, mesmo hoje existindo “áreas de confluência”. Ainda não foi conseguido, na prática e na medida do necessário, anular a distância entre a “cultura humanística” e a “cultura científica”, ou entre ciências físicas e naturais e as artes, ou mesmo entre engenharias e tecnologias e as humanidades.

As propostas teóricas, como informação em arte, ainda muito nova, e educação pela arte e “educação da sensibilidade” trazem para o centro do processo arte e educação, de forma articulada, muitas vezes periféricas e dispersas na implementação de políticas públicas.

Para que a inclusão social seja plenamente alcançada, o essencial é que idéias inovadoras sejam incorporadas e ações integradas e integradoras permeiem todo o processo, até que o conhecimento e a consciência possam guiar verdadeiros cidadãos.

REFERÊNCIAS

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