Serviço Nacional de Carbono Rural da Amazônia (SNCRA)

Ederson Augusto Zanetti, Marcelo de Castro Souza

Resumo


Os 20 milhões de hectares de áreas degradadas na agricultura familiar e outras propriedades rurais da Amazônia brasileira, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a Plataforma Intercontinental de Políticas Científicas sobre a Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), o Acordo de Paris e o cenário de savanização pelo aceleramento das mudanças climáticas globais são o pano de fundo do Serviço Nacional de Carbono Rural da Amazônia (SNCRA). Os mercados florestal e de carbono emergem como instrumentos para viabilizar uma estratégia concertada de inclusão da agricultura familiar, através do SNCRA, nas atividades de recuperação das áreas degradadas e mitigação das mudanças climáticas. A estratégia inclui o Fundo Nacional de Carbono Rural da Amazônia (FNCRA), um mecanismo de governança – Comitê de Gestão Bom Tempo, uma certificação: Bom Tempo e uma rede de Armazéns Florestais, entrepostos comerciais e de prestação de serviços. Depois de implantada vai contribuir para o estabelecimento de um Cinturão Florestal na Amazônia Brasileira. A implantação ocorre através da adequação das políticas públicas e privadas, ferramentas de tecnologia da informação (software e APP), práticas inovadoras de uso da terra (AR, REDD+, PFM) e disseminação do conhecimento.

Palavras-chave


Carbono; Agricultura familiar; Áreas degradadas; Mudanças climáticas; Políticas públicas

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