Inclusão Social http://revista.ibict.br/inclusao Revista técnico-científica do IBICT sobre Inclusão Social pt-BR <ul> <li class="show">A publicação se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores;</li> <li class="show">As provas finais não serão enviadas aos autores;</li> <li class="show">&nbsp;</li> <li class="show">Os trabalhos publicados passam a ser propriedade da revista Ciência da Informação, ficando sua reimpressão total ou parcial, sujeita à autorização expressa da direção do IBICT;</li> <li class="show">Deve ser consignada a fonte de publicação original;</li> <li class="show">As opiniões emitidas pelos autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade;</li> <li class="show">Cada autor receberá dois exemplares da revista, caso esteja disponível no formato impresso.</li> </ul> ramon@ibict.br (Ramón Martins Sodoma da Fonseca) ramon@ibict.br (Ramón Martins Sodoma da Fonseca) qui, 14 jan 2021 00:13:41 +0000 OJS 3.1.2.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Editorial http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5564 Sonia Sonia G. Padoan-Moura, Nekane Basabe Barañano, Darío Paez Rovira Todos os direitos (c) 2021 Sonia Sonia G. Padoan-Moura, Nekane Basabe Barañano, Darío Paez Rovira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5564 qua, 13 jan 2021 23:02:05 +0000 Grupos de mujeres y ocio como herramientas de integración social con inmigrantes Latinoamericanas http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5508 <p>As instituições e/ou ONGs especificamente orientadas para as necessidades da população imigrante fornecem um apoio fundamental para a inclusão social deste grupo. As atividades de lazer organizadas por grupos locais de mulheres poderiam ser uma ferramenta válida para a inclusão social das mulheres imigrantes. Este estudo explorou as percepções de algumas mulheres imigrantes em relação as Casas de Mulheres e grupos não mistos de lazer ativo. O objetivo era compreender que elementos tinham sido capazes de contribuir para uma melhor adaptação cultural no País Basco (região da Espanha), para apoiar seu empoderamento, bem como para um aumento de seu bem-estar. Foram entrevistadas sete mulheres imigrantes de vários países da América Latina que participaram de atividades de grupo de mulheres. Foi utilizada uma metodologia qualitativa, e com estratégia de análise de conteúdo incluiu-se a triangulação por dois especialistas. Os testemunhos fornecidos pelas mulheres entrevistadas sugerem que o tempo livre em grupos de mulheres emerge como uma ferramenta de intervenção social, onde as atividades facilitam a inclusão social, promovem o bem-estar das mulheres e onde o componente relacional é fundamental e definidor desse tempo livre. A Casa da Mulher e os grupos de mulheres podem ser uma ferramenta de intervenção social de |apoderamento e participação das mulheres imigrantes latinas, embora alguns grupos feministas sejam percebidos como não muito inclusivos. Os resultados da análise estão ligados às recomendações aplicadas para a inclusão social em grupos de mulheres.</p> Itziar Alonso-Arbiol, Magdalena Bobowik Todos os direitos (c) 2021 Itziar Alonso-Arbiol, Magdalena Bobowik https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5508 qua, 13 jan 2021 22:50:42 +0000 Aculturação e saúde psicológica nas mulheres marroquinas em Espanha: A assimilação é a melhor estratégia http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5510 <p>A comunidade marroquina na Espanha é a segunda maior da Europa, mas a aculturação de mulheres imigrantes marroquinas raramente foi abordada. O objetivo deste estudo é verificar a relação entre as estratégias de aculturação desenvolvidas por esse grupo e sua saúde psicológica (ansiedade e neuroticismo), levando em consideração a possível interferência de outra variável emocional: a autoestima. Para a realização deste estudo, contamos com a participação de cento e vinte e nove mulheres nascidas no Marrocos (idade M = 29; DP = 9,40), com pais marroquinos e imigrantes na Espanha (M = 6 anos, DP = 3,60), que completaram um questionário composto pelas variáveis de interesse. Nossos resultados mostram uma relação entre aculturação, estabilidade emocional e ansiedade, e que essa relação é mediada pela autoestima. Em resumo, observamos que as mulheres que valorizam e mantêm em maior medida sua cultura de origem desenvolvem níveis mais altos de auto-estima, o que, por sua vez, faz com que experimentem maior estabilidade emocional e menos ansiedade. Isso implica que marginalização e assimilação são as duas estratégias associadas a maior ansiedade e neuroticismo, enquanto integração e isolamento favorecem uma melhor saúde psicológica.</p> Karima El ghoudani, Esther Lopez- Zafra Todos os direitos (c) 2021 Karima El Ghoudani, Esther Lopez-Zafra https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5510 qua, 13 jan 2021 22:49:01 +0000 Relatos de vida de mujeres migrantes latinoamericanas: cómo trabajar desde la salud mental http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5511 <p>A migração como um evento crítico no ciclo vital tem consequências para os relacionamentos e representa uma nova maneira de entender e definir a vida familiar. A imigração feminina tornou-se uma das mais numerosas nas últimas décadas, procedente da América Latina para a Espanha. Uma grande parte dessas mulheres trabalha nos setores familiar e doméstico. Tudo isso trouxe mudanças importantes nas famílias transnacionais, no papel das mulheres, na criação de filhos e nos relacionamentos entre casais. O objetivo geral é analisar as mudanças nos papéis familiares e de gênero, e suas consequências nas famílias transnacionais e nas novas configurações familiares, e estudar como essas mulheres expressam e manifestam seus mal-estar e sentimentos em relação à sua identidade de gênero. Se apresentam os resultados de uma análise qualitativa, realizada com entrevistas em profundidade a dez mulheres usuárias de um serviço comunitário de saúde mental (M<sub>edad</sub> = 35,40 anos, DP = 9,16, faixa 22 a 55). As ideias expressas (n = 1522) nas entrevistas foram codificadas por juízes cegos e submetidas à análise de conteúdo por meio da análise de redes de categorias e ideias. As entrevistas relatam as mudanças na posição social familiar das mulheres, que ganham status e autoconfiança, ao mesmo tempo em que projetam novos desafios vitais para a maternidade e novos parceiros, bem como para enfrentar a violência de gênero, a discriminação e o estresse de aculturação, mostrando formas de crescimento psicológico.</p> Maria José Celorio, Nekane Basabe Barañano, Sonia Padoan-Moura Todos os direitos (c) 2021 Maria José Celorio, Nekane Basabe Barañano, Sonia Padoan-Moura https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5511 qua, 13 jan 2021 22:47:07 +0000 Cohesión e inclusión social en las organizaciones: http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5570 <p>El liderazgo juega un rol importante en la generación de la cohesión e inclusión social en las organizaciones. La exclusión social se concibe como el rechazo extremo de personas percibidas como desviantes, situándolas fuera del círculo de obligaciones morales del endogrupo. Se revisan las actividades de liderazgo vinculadas y conducentes a la exclusión social. También se revisa en base a los estudios empíricos los eventos y conductas creativas e innovadoras que son llevados a cabo por los distintos estilos de liderazgo (positivo, transformador, transaccional, auténtico y ético, creativo, compartido y eficaz) y que contribuyen a un clima emocional positivo, de confianza, respeto e inclusión en las organizaciones. El liderazgo debería ser creativo e innovador para manejar la diversidad social y cultural de grupos y organizaciones, implicar a sus miembros en la generación de novedades para la cohesión e inclusión social y evitar la exclusión. En este sentido, las habilidades de quienes ejercen liderazgo serían claves para generar emociones positivas, en particular de trascendencia del yo, como la inspiración moral, el asombro maravillado de tipo social, la cercanía/amor genérico a otros, la gratitud y la compasión. Se concluye proponiendo estrategias para la promoción de un clima organizacional que favorezca y refuerce la inclusión social en ámbito laboral.</p> Silvia da Costa, Darío Páez Todos os direitos (c) 2021 Silvia da Costa, Darío Páez https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5570 sex, 15 jan 2021 00:00:00 +0000 Histórias de vida de imigrantes brasileiros/as: como entender o choque cultural e a experiência da minoria étnica http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5513 <p>Uma das fontes de choque cultural nas migrações surge da experiência de minoria étnica que experimentam as pessoas nas sociedades receptoras, o que implica mudanças profundas na identidade social e familiar dos migrantes. Este estudo qualitativo analisa os relatos que surgiram nas discussões em grupo realizadas entre imigrantes brasileiros residentes na Espanha (n = 16 participantes em 3 grupos de discussão, com idade média de 40,56 DT = 13,71; 50% de mulheres). As discussões foram gravadas, transcritas e codificadas por juízes cegos. Resultaram 186 ideias e o acordo entre juízes obtido para a classificação das ideias foi alto (kappa = 0,837). O programa Atlas-ti foi utilizado para a contagem das ideias e para a análise das relações entre categorias e ideias. A experiência de minoria étnica na sociedade anfitriã relatada pelas pessoas imigrantes incluem os estereótipos étnicos (15%), as experiências de discriminação (43%) e as formas de enfrentar a experiência de aculturação (42%). As respostas de enfrentamento individuais foram mais frequentes que as coletivas, e as formas cognitivas predominaram em comparação com as comportamentais. Entre as primeiras, destacam-se a regulação e o controle emocional, a reinterpretação positiva da experiência e a mobilidade individual. As formas coletivas incluíram a atribuição de responsabilidade pela discriminação ao preconceito em grupo, as comparações sociais vantajosas e a competição social. Se discute como as maneiras de lidar com o estigma de imigrante reproduzem as predições da Teoria da Identidade Social (TIS) e incorporam formas de regulação frente ao choque cultural.</p> Sonia Padoan-Moura, Nekane Basabe Barañano, Saioa Teletxea Artzamendi Todos os direitos (c) 2021 Sonia Padoan-Moura, Nekane Basabe Barañano, Saioa Teletxea Artzamendi https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5513 qua, 13 jan 2021 23:46:00 +0000 Estilos aculturativos y su relación con la discriminación percibida y la experiencia de ciudadanía subjetiva en migrantes venezolanos en el Perú http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5516 <p>Em meio a um contexto nacional de crise social, econômica e política, a população da Venezuela sofreu uma grave deterioração em suas condições de vida, o que levou centenas de milhares de pessoas a migrar para fora do país, sendo o Peru um de seus destinos preferidos. Embora os dados não sejam claros, estima-se que 800.000 cidadãos venezuelanos residem atualmente no Peru. Este processo migratório não tem estado livre das dificuldades que os migrantes têm sofrido ao longo do tempo, afetando suas possibilidades de inclusão social e plena cidadania na sociedade peruana. Neste cenário, busca-se explorar a relação das estratégias ou estilos aculturativos e a discriminação percebida na percepção de cidadania dos imigrantes venezuelanos em Lima (n = 133, Idade média = 31,2, 46,2% mulheres). Para este fim, foram aplicados questionários para avaliar estas variáveis. Os resultados mostram que a estratégia de aculturação predominante na amostra é a marginalização, o que implica que os imigrantes estão em uma posição vulnerável relacionada com a alta percepção de discriminação e os baixos níveis de exercício da cidadania.</p> Melanie Arana, Agustín Espinosa Todos os direitos (c) 2021 Melanie Arana, Agustín Espinosa https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5516 qua, 13 jan 2021 22:40:15 +0000 Evaluación de una intervención en estrategias de afrontamiento del estrés transcultural en inmigrantes http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5517 <p>A migração internacional por razões políticas e econômicas é um fenômeno crescente. O País Basco (Espanha) é uma área que recebe imigrantes, principalmente da América Latina e da África. Uma parte significativa da população imigrante vive em uma situação de vulnerabilidade psicossocial e exclusão social devido a seu status legal irregular, falta de perspectivas de integração laboral e social e escassez de redes de apoio. Diante destas situações de emergência humana e social, alguns municípios têm promovido intervenções nesta população. Este trabalho avalia a implementação de um programa de intervenção psicossocial destinado a melhorar as estratégias de enfrentamento adaptativo diante de situações cotidianas que geram estresse em imigrantes vulneráveis. Espera-se que a intervenção permita aumentar o bem-estar e a resolução de dificuldades e problemas, promovendo o treinamento pessoal e grupal. Trinta e nove pessoas participaram (M = 41 anos de idade, SD = 9,53, 61,5% homens) em três edições em dois municípios (Ermua e Durango). A intervenção consistiu em 12 sessões semanais em grupo, com duas medidas (antes e depois) constituídas por instrumentos padronizados de saúde mental (GHQ-12), bem-estar afetivo (NAP), regulação emocional (MARS), auto eficácia, integração (IOS), apoio social (SSQ), e satisfação com a intervenção (CST). Mudanças positivas significativas pré-pós são mostradas na saúde mental, no equilíbrio emocional, no aumento das estratégias adaptativas e no aumento da percepção da auto eficácia, da integração e do apoio social. A perspectiva comunitária e participativa demonstrou ser fundamental para a gestão do estresse social e&nbsp; a exclusão social.</p> Larraitz Nerea Zumeta Sanchez, Alicia Puente Martínez Todos os direitos (c) 2021 Larraitz Nerea Zumeta Sanchez, Alicia Puente Martínez https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5517 qua, 13 jan 2021 22:05:13 +0000 Resiliencia comunitaria y bienestar en adolescentes en desprotección socio-familiar http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5518 <p>A resiliência comunitária (RC) tem sido objeto de crescente interesse nos últimos anos. A RC é definida como a capacidade de uma comunidade para enfrentar adversidades coletivas, regular emoções coletivas e usar efetivamente os recursos da comunidade e o capital social, para construir uma percepção da eficácia coletiva. Em segundo lugar, um estudo de caso e controle, avaliou a RC em adolescentes de dois países (Espanha e Chile), comparando um grupo de jovens em estado de desproteçao familiar e que estava sob a supervisão de serviços sociais e jovens em situação de normalidade que estavam morando com suas famílias (N = 522, 45,2% mulheres, idade média M = 15,47, D = 1,29, 109 do Chile (45 casos e 64 controles) e do País Basco (39 casos e 374 controles). Sao descritas a situação dos menores em dois contextos com sistemas de proteção social. São compardos os niveis de RC em suas dimensões Regulação Emocional, Capital Social e Eficácia Coletiva e o grau de apoio social da família e dos pares. Este estudo avança no conhecimento das maneiras pelas quais a promoção da resiliência comunitaria, com o objetivo de fortalecer os adolescentes em situações de alto risco e vulnerabilidade sócio-familiar. São propostas no estudo, linhas de ação com menores em situações de falta de desproteçao proteção, em funçao do contexto social e das políticas sociais do país.</p> Carolina Alzugaray Ponce, Estibaliz Mateos-Pérez, Saioa Teletxea Artzamendi Todos os direitos (c) 2021 Carolina Alzugaray Ponce, Estibaliz Mateos-Pérez, Saioa Teletxea Artzamendi https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5518 qua, 13 jan 2021 21:52:27 +0000 Resultados preliminares de una intervención grupal con padres y madres de menores en situación de vulnerabilidad o riesgo leve de desprotección: Mejorando el estrés parental, la autoestima y la alexitimia http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5522 <p>As práticas parentais são especialmente importantes para o desenvolvimento psicológico saudável de crianças e adolescentes. No entanto, alguns pais experimentam uma série de fatores de condicionamento familiar e social que são fontes de stress adicional, tornando assim a função parental mais difícil. A presença de várias destas situações adversas, juntamente com características individuais tais como um baixo nível de educação, baixa auto-estima, stress parental e alexitmia, pode dar origem a padrões educacionais de risco; isto constitui a base do que são conhecidos como famílias em risco psicossocial. As intervenções de grupo com os pais oferecem benefícios em aspectos tais como apoio social, aprendizagem interpessoal, menos estigmatização, e maior efetividade. O objetivo deste estudo é apresentar as características e resultados preliminares de uma intervenção piloto preventiva realizada no município de Pasaia (população basca, na Espanha) com pais cujos filhos se encontram numa situação de vulnerabilidade ou de ligeiro risco de desproteção. Dez mães e dois pais entre 24 e 54 anos de idade participaram no programa (M = 42,17; DT = 8,21). Foram tomadas medidas pré e pós-tratamento das variáveis de auto-estima, stress parental e alexitmia. Após 9 meses de intervenção, os resultados obtidos a partir de análises não paramétricas indicam melhorias significativas em todas as variáveis avaliadas. Concluímos que é conveniente continuar a trabalhar nesta mesma linha, incluindo melhorias metodológicas como um maior número de famílias em risco, a incorporação de um grupo de controle na lista de espera e a introdução de modificações técnicas (como alguma sessão em conjunto com as crianças).</p> Miriam Gallarin, Jaume Galvany, Bárbara Torres-Gómez, Itziar Alonso-Arbiol Todos os direitos (c) 2021 Miriam Gallarin, Jaume Galvany, Bárbara Torres-Gómez, Itziar Alonso-Arbiol https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5522 qua, 13 jan 2021 20:33:34 +0000 Bienestar subjetivo en niños, niñas y adolescentes del Sistema de Protección de Infancia y Justicia Juvenil en Chile http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5523 <p>Estudos sobre o bem-estar subjetivo de crianças e adolescentes tornaram-se mais relevantes na última década, fornecendo uma nova perspectiva sobre a satisfação com suas vidas. No entanto, as realidades de grupos específicos, como aqueles que vivem em situações de maior vulnerabilidade, permanecem desconhecidas. No Chile, a maioria das políticas de proteção dos direitos da criança e justiça juvenil é implementada por ONGs, por meio de projetos oferecidos pelo Serviço Nacional de Menores, que atende principalmente setores de alta vulnerabilidade social. O objetivo deste artigo é descrever o bem-estar subjetivo de crianças e adolescentes que o Serviço Nacional de Menores fornece por meio de programas ambulatoriais. A amostra foi composta por 405 usuários de programas de proteção de direitos, justiça juvenil e assistência residencial. Vários instrumentos foram aplicados para medir seu bem-estar subjetivo, além de seu relacionamento com o programa e com os profissionais. Os resultados mostram uma associação positiva entre todas as escalas de bem-estar e satisfação aplicadas e com indicadores de conexão e satisfação com os programas, que é considerada uma variável relevante e a ter em conta na análise do bem-estar das crianças neste tipo de programas. As implicações dos resultados para a protecção da infância e programas de justiça juvenil, que devem ser considerados na consepção do programas e avaliação dos indicadores de bem-estar, são discutidas.</p> Marian Bilbao, Javier Torres-Vallejos, Joel Juarros-Basterretxea Todos os direitos (c) 2021 Marian Bilbao, Javier Torres-Vallejos, Joel Juarros-Basterretxea https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5523 qua, 13 jan 2021 00:00:00 +0000 Relaciones intergrupales en la escuela: cercanía social, prejuicio y aculturación en estudiantes inmigrantes latinoamericanos y chilenos http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5524 <p>A escola é o cenário mais relevante para a construção de relações entre adolescentes imigrantes e membros de sociedades receptoras. O contato diário entre grupos na escola tem um papel fundamental na formação de atitudes, em termos do preconceito e das preferências de aculturação que os alunos desenvolvem. No Chile, a pesquisa das relações entre membros da sociedade majoritária e a população de imigrantes adolescentes, ainda é limitada. Este trabalho procura descrever e comparar o grau de proximidade social, preconceito e preferências de aculturação de estudantes imigrantes (N = 249) e chilenos (N = 390) de escolas de ensino médio de Santiago do Chile. A existência de relações entre essas variáveis ​​também foi estudada em cada grupo. Escalas de proximidade social, preconceito e aculturação para chilenos e imigrantes foram aplicadas. Os resultados mostram concordância entre as percepções de proximidade social dos grupos, e um maior grau de preconceito por parte dos imigrantes em relação aos chilenos. Também foram encontradas discrepâncias em suas atitudes aculturativas. Os estudantes chilenos preferiam o individualismo, seguido pela integração e segregação, enquanto os imigrantes apoiavam a integração, a separação e o individualismo. A proximidade social e o preconceito mostraram relações negativas com as atitudes aculturativas que favorecem a inclusão dos imigrantes, enquanto suas relações com atitudes de rejeição das culturas de origem dos imigrantes foram positivas. Aquela dinâmica relacional problemática de baixa intensidade enfatiza a necessidade de projetar ações que facilitem a convivência intercultural harmônica nas escolas.</p> María José Mera-Lemp, Gonzalo Martínez-Zelaya Todos os direitos (c) 2021 María José Mera-Lemp, Gonzalo Martínez-Zelaya https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5524 qua, 13 jan 2021 19:49:03 +0000 Memorias inclusivas: la importancia de recordar el pasado para construir cultura de paz http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5525 <p>Diante de experiências de violência coletiva, as sociedades têm duas possibilidades: lembrar ou esquecer. A memória pode ser entendida como uma forma de reabrir velhas feridas e promover novas tensões. O esquecimento, porém, tende a constituir um processo de exclusão social das vítimas. As memórias podem promover a reconciliação social se forem inclusivas, promovendo uma narrativa comum sobre o passado. Tais memórias enfrentam o desafio de reescrever a história de forma consensual, ao mesmo tempo em que tornam visíveis as vozes dos grupos confrontados, reconhecendo o sofrimento das vítimas e a responsabilidade dos perpetradores e evitando as consequências negativas para os indivíduos e a convivência social. Buscando aprofundar a compreensão de como os diferentes aspectos da memória dos eventos sociais traumáticos estão relacionados, apresentamos uma revisão do papel da memória como elemento de inclusão social, especialmente o papel desempenhado pelas políticas públicas de memória, como as Comissões da Verdade, na transição para uma sociedade pacífica e democrática. Analisa-se como a memória do passado ajuda na tarefa de reconstruir o tecido social e construir uma cultura de paz. A conclusão é que as memórias inclusivas são um elemento fundamental para a superação de momentos traumáticos e para a convivência pacífica.</p> Anderson Mathias, Lander Méndez, Pablo Castro-Abril, José J. Pizarro Todos os direitos (c) 2021 Anderson Mathias, Lander Méndez, Pablo Castro-Abril, José J. Pizarro https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5525 qua, 13 jan 2021 19:06:24 +0000 Claves psicosociales para la superación de la violencia colectiva: intervención comunita1ria en sociedades postconflicto http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5526 <p>A violência coletiva envolve a vivência de eventos traumáticos com conseqüências tanto individuais quanto sociais. Este tipo de violência é entendido como o instrumento de um grupo para atingir objetivos sociais, políticos ou econômicos, infringindo danos diretos aos membros de outro grupo. Esses eventos têm consequências a longo prazo e impactos físicos, econômicos e psicológicos, que afetam o bem-estar dos indivíduos e a convivência entre os grupos. Neste sentido, o desenvolvimento das capacidades de sobrevivência pode restaurar o bem-estar das pessoas e de suas comunidades. Aspectos como a reconciliação e o perdão, entendendo que este último não é indispensável, possibilitam o processo de reconstrução do tecido social com o objetivo de encontrar formas de conviver pacificamente. Diferentes modelos de intervenção podem ajudar as comunidades a enfrentar esses desafios com base na resiliência comunitária, ou seja, a partir de suas próprias capacidades e da gestão das ferramentas que elas têm como grupo. Este trabalho aborda duas intervenções que promovem estratégias coletivas para a superação de eventos traumáticos coletivos através da educação para a paz e analisa as condições necessárias para avançar da cultura da violência para a cultura da paz. Da mesma forma, focaliza uma abordagem abrangente que tem como eixo a voz das vítimas e sua influência nas mudanças do grupo em relação à empatia e atitudes favoráveis à paz e à reconciliação social.</p> Pablo Enrique Castro-Abril, Anderson Mathias, José J. Pizarro , Miren Harizmendi Todos os direitos (c) 2021 Pablo Enrique Castro-Abril, Anderson Mathias, Lander Méndez, José J. Pizarro, Miren Harizmendi https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5526 qua, 13 jan 2021 19:04:36 +0000 Tendiendo puentes entre lo académico y profesional en crisis prolongadas: Mujeres en Colombia y Venezuela http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5530 <p>&gt;Este artigo analisa a possibilidade de integrar o conhecimento produzido em contextos de investigação académica e as necessidades mencionadas pelos profissionais de campo em programas de intervenção psicossocial. Serão apresentados os resultados de dois estudos realizados com mulheres com elevada vulnerabilidade psicossocial. O primeiro estudo é um programa de estratégias de enfrentamento com 117 participantes femininas da Colômbia num contexto de violência armada histórica. O objetivo da intervenção foi promover formas de melhor adaptação à situação de violência e traumas sofridos, desenvolvendo e aprendendo a utilizar estratégias de enfrentamento mais adaptativas. O desenho longitudinal (pré e pós-teste) mostrou melhorias em: a) utilização de estratégias de enfrentamento mais adaptativas para lidar com a violência; b) fortalecimento de grupos sociais e processos comunitários. O segundo estudo, baseado nas necessidades expostas por diferentes ONG e intervenientes na Venezuela, consistiu num estudo transversal que analisou de que forma as estratégias de enfrentamento e a esperança tiveram um impacto na saúde mental e no bem-estar de 95 participantes do sexo feminino num contexto de crise política, económica e de violência. Os resultados mostram que: a) as estratégias de enfrentamento adaptativas e a esperança ajudam significativamente a explicar a saúde mental e o bem-estar; b) as evidências empíricas podem ser utilizadas para reforçar os programas de formação psicossocial e profissional. Ambos os estudos validam a ideia de que é necessário utilizar o conhecimento académico em contextos profissionais e que a investigação científica deve ser fundamentada nas necessidades identificadas pelo pessoal profissional no terreno e pelos participantes.</p> Silvia Ubillos Landa, José Luis González Castro, Alicia Puente Martínez, Gina Arias Rodríguez, María Alejandra Oliveros Granados, Marcela Gracia Leiva Todos os direitos (c) 2021 Silvia Ubillos Landa, José Luis González Castro, Alicia Puente Martínez, Gina Arias Rodríguez, María Alejandra Oliveros Granados, Marcela Gracia Leiva https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5530 qua, 13 jan 2021 17:10:15 +0000 Violência e ações coletivas no Brasil: reflexões para a intervenção psicossocial http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5531 <p>Desde 2013 temos presenciado inúmeras manifestações políticas que, a partir de diferentes pautas, reivindicam mudanças sociais. Ao mesmo tempo, temos visto que as ações policiais que visam reprimi-las têm usado estratégias de violência de modo frequente. Por outro lado, as polícias brasileiras são conhecidas por sua truculência e violência seletiva, sendo a juventude negra e pobre seu alvo mais frequente. Tendo essas ideias em tela, este trabalho objetiva analisar em que medida jovem universitária apoiam o uso da violência policial na repressão de manifestações políticas. Também se investiga em que medida esse apoio é influenciado pela cor da vítima dessa violência e pela cidade de origem do participante. Os participantes foram 672 estudantes universitários de ciências humanas e exatas, de três universidades brasileiras das regiões Sul e Nordeste. Em conjunto, os resultados mostram a ampla rejeição ao uso da força policial contra os participantes de uma manifestação política. Esses resultados são discutidos ampliando a noção de violência institucional, seus significados, fatores geradores e formas de enfrentamento.</p> Elza Maria Techio, Ana Raquel Rosas Torres, Yuri Sá Oliveira Sousa Todos os direitos (c) 2021 Elza Maria Techio, Ana Raquel Rosas Torres, Yuri Sá Oliveira Sousa https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5531 qua, 13 jan 2021 16:10:27 +0000 Community resilience and posttraumatic growth in the aftermath of collective disaster and trauma http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5532 <p>A resiliência e o crescimento pós-traumático têm despertado um interesse crescente nas últimas décadas. Como o próximo passo na progressão teórica e aplicada, os pesquisadores de estresse e enfrentamento devem tentar avançar em definições conceituais e pesquisas empíricas sobre resiliência comunitária e crescimento pós-traumático para avaliá-la adequadamente em diferentes contextos de desvantagem coletiva. Em dois estudos, examinamos se a resiliência comunitária pode ser usada como uma ferramenta potencial que, ao reforçar a interação dentro do grupo, poderia fomentar o crescimento individual pós-traumático e o bem-estar social entre as pessoas afetadas por eventos traumáticos coletivos. Em um contexto de desastre coletivo (amostra comunitária de 1075 adultos da Argentina e do Chile), encontramos correlações positivas e significativas de Resiliência Comunitária com Resiliência Individual, Domínio Comunitário, Integração Social e Bem-estar Subjetivo. Posteriormente, confirmamos que a experiência traumática coletiva, como um desastre natural, pode resultar em percepções de benefícios não apenas pessoais, mas também em nível comunitário e social. Em suma, esta pesquisa contribui para o estudo do sentido de união, que pode ser traduzido em alta resiliência comunitária. Também representa as tentativas de identificar as formas de promover a resiliência comunitária com o objetivo de capacitar as comunidades e gerar uma intervenção comunitária sustentável.</p> Carolina Alzugaray Ponce, Anna Wlodarczyk Todos os direitos (c) 2021 Carolina Alzugaray Ponce, Anna Wlodarczyk https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5532 qua, 13 jan 2021 16:07:33 +0000 Expediente http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5565 Ramón Martins Sodoma da Fonseca Todos os direitos (c) 2021 Ramón Martins Sodoma da Fonseca https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/5565 qua, 13 jan 2021 23:36:30 +0000