Análise de contexto da política de educação especial na perspectiva inclusiva num contexto local do espirito santo pela via da pesquisa-ação
DOI:
https://doi.org/10.21728/logeion.2025v12ne-7801Palavras-chave:
Formação. Racionalidade comunicativa. Pesquisa-ação.Resumo
A presente pesquisa relata a experiência no processo de formação continuada de um município participante no grupo de estudo-reflexão (Almeida, 2016) entre universidade e redes de ensino; a possibilidade entre a colaboração; a pesquisa-ação e a autorreflexão organizada; e ainda, uma breve análise documental das Políticas de Educação Especial na perspectiva inclusiva e da Política de Formação Continuada no município de Vitória, tendo como foco a inclusão escolar das crianças/estudantes público da Educação Especial em contexto, ao promover debates e reflexões sobre as concepções relativas à formação de professores e demais profissionais da educação pela via da pesquisa-ação, considerando a educabilidade das crianças/estudantes público da Educação Especial no período de 2013 a 2020. A partir da pesquisa-ação colaborativo-crítica, aprofundou-se sobre o conceito de racionalidade comunicativa, discurso e esfera pública em Habermas (2012). Como conclusão, destaca-se que nos projetos dos gestores da educação especial, o tema formação de professores emergiu como principal demanda, pois há o reconhecimento da relação intrínseca entre a formação de professores com o desenvolvimento de práticas inclusivas que considerem as especificidades das crianças/estudantes público da Educação Especial.
Palavras-chave: Formação. Racionalidade comunicativa. Pesquisa-ação
Downloads
Referências
ALMEIDA, M. A. (org.). Inclusão escolar e educação especial no Brasil: entre o instituído e o instituinte. Marília: ABPEE, 2016, v. 1. p. 169-190.
ALMEIDA, M. L. Desafios e possibilidades na formação continuada de profissionais da educação: trajetória de um grupo de estudo-reflexão.
ALMEIDA, M. L.; SILVA, R. R.; ALVES, J. B. O grupo de estudo-reflexão perspectiva teórico-metodológica para formação continuada: um estudo com gestores públicos de educação especial. Revista on line de Política e Gestão Educacional, [S.l.], p. 1098-1118, nov. 2017. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/rpge/article/view/10184/7019. Acesso em: 20 jul. 2020.
BARBIER, R. Pesquisa-ação. Tradução de Lucie Didio. Brasília: Líber Livro Editora, 2007.
BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: Ministério da Educação. MEC/SEESP, 2008. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/politica.pdf> Acesso em: 18 set. 2012.
CARR, W; KEMMIS, S. Teoría crítica de la Enseñanza: la investigación-acción en la formación del profesorado. Tradução de J. A. BRAVO. Martinez Roca. Barcelona: Editora, 1988.
CARVALHO, D. S. A construção de um currículo de formação continuada na perspectiva da inclusão escolar: contribuições da teoria do agir comunicativo. 2004. Dissertação (Mestrado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Ensino, Educação Básica e Formação de Professores, Universidade Federal do Espírito Santo, Alegre, 2018.
CURY, C. R. J. Educação Inclusiva como direito. In: Victor, S. L; OLIVEIRA, I. M (Org.). Educação especial: políticas e formação de professores. Marília: ABPEE, 2016. p.17-34.
FRANÇA. M. G. Financiamento da educação especial: complexas tramas, permanentes contradições e novos desafios. 2014. 364 f. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.
GOBETE, G. Educação especial no município de Vitória/ES no período de 1989 a 2012: políticas e direito à educação. 2014. 170 f. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2014.
HABERMAS, J. Teoría de la acción comunicativa: racionalidad de la acción y racionalización social. Version de Manuel Jimenez Redondo. Madrid: Taurus, v. 1, 1987.
HERNANDEZ-PILOTO, S. S. S. Inclusão escolar e direito à educação de crianças público alvo da educação especial na educação infantil: o que dizem os professores. Tese (Doutorado em Educação). Orientadora: Sonia Lopes Victor. Programa de Pós-Graduação em Educação. Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2018.
SILVA, N. V. da. A gestão de Educação Especial e a formação continuada da rede municipal de ensino de Marataízes/ES: A pesquisa-ação em foco. 2019. Dissertação (Mestrado em Ensino, Educação Básica e Formação de Professores) - Universidade Federal do Espírito Santo, Alegre, 2019.
SILVA. F. N. da. A autorreflexão colaborativo-crítica como princípio para formação continuada: perspectivas para inclusão escolar. 2019. Dissertação (Mestrado em Ensino, Educação Básica e Formação de Professores) - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2019.
VITÓRIA (Município) Secretaria Municipal de Educação. Gerência de Formação e Desenvolvimento da Educação Política de Formação Continuada para os profissionais da educação da rede de ensino de Vitória. Vitória, 2007.
VITÓRIA (Município). Lei nº 8051/2012. Institui o Sistema Municipal de Avaliação da Rede Municipal de Vitória. Vitória, 2012.
VITÓRIA (Município). Secretaria Municipal de Educação. Conselho Municipal de Educação de Vitória. Resolução nº 2/2016. Dispõe sobre as Diretrizes para a Educação Especial no Sistema Municipal de Ensino, na perspectiva da Educação Inclusiva. Homologada Portaria SEME nº 16/2016, em 13/07/16. Diário Oficial do Município, Vitória, 27 jul. 2016c.
VITÓRIA (Município). Secretaria Municipal de Educação. Coordenação de Formação e Acompanhamento à Educação Especial. Política Municipal de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva. Vitória, 2016b.
VITÓRIA (Município). Secretaria Municipal de Educação. Gerência de Educação Infantil. Temas Infantis de Vitória. Vitória, 2017.
VITÓRIA (Município). Secretaria Municipal de Educação. Gerência de Educação Infantil. Educação Infantil: um outro olhar. Vitória, 2006.
VITÓRIA (Município). Secretaria Municipal de Educação. Relatório de Gestão 2013/2016. Vitória, 2016a.
Publicado
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
A revista é publicada sob a licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Partilha nos Mesmos Termos 4.0 Internacional.
O trabalho publicado é considerado colaboração e, portanto, o autor não receberá qualquer remuneração para tal, bem como nada lhe será cobrado em troca para a publicação.
Os textos são de responsabilidade de seus autores.
É permitida a reprodução total ou parcial dos textos da revista, desde que citada a fonte.
