ARTIGO  
INFLUENCERS E INFORMAÇÕES SOBRE SAÚDE PELAS REDES  
SOCIAIS  
uma revisão sistêmica  
Marta Rocha de Castro  
PUC/Rio  
_____________________________  
Resumo  
O artigo tem como objetivo avaliar a exploração nas redes sociais digitais sobre o tema cuidados com a saúde  
através de uma revisão sistêmica nas bases de dados Portal Capes e PUBMED. Os descritores usados foram  
Redes sociais digitais e informação em saúde; influencers e informações e saúde. Com esses descritores foram  
encontrados 74 resultados e foram subtraídos os artigos que não constavam no título as palavras redes sociais  
digitais e saúde, Instagram e saúde, influencers e saúde ou mídias sociais e saúde. Além de serem excluídos os  
artigos que não apresentavam resumo ou que não tinham acesso aberto e artigos que não trazem relevância para  
a pesquisa. Na íntegra foram selecionados 9 artigos. Através da análise dos artigos selecionados foi possível  
concluir que as redes sociais quando utilizadas por escolas, instituições de saúde e profissionais, com a  
finalidade de promover educação em saúde obteve respostas positivas, no entanto, principalmente durante e após  
a pandemia, muitas narrativas e relatos falsos foram postados em redes sociais, gerando impactos negativos  
sobre os serviços de saúde. As redes sociais têm potencial para serem ferramentas eficazes na educação em  
saúde, desde que se tenha um controle maior dos conteúdos postados, e que possa unir a linguagem acessível ao  
conhecimento científico para benefício da população.  
Palavras Chave: Informação em saúde. Mídias sociais digitais. Influencers e saúde.  
Abstract  
The article aims to evaluate the exploration of digital sociak networks on the topic of health care through a  
systemic review of the Capes portal e Pubmed databases. The descriptors used were digital social networks and  
health information; influencers and information and health. With these descriptores, 74 results were found and  
articles that did not include the words digital social networks and health, instagram and helath, influencers and  
health or social media and health in the title were removed. In addition, articles that did not present an abstract or  
that were not open access and articles that were not relevant to the research were excluded. Nine articles were  
selected in full. Through the analysis of the selected articles, it was possible to conclude that social networks,  
When used by schools, health institutions and professionals, fr the purpose of promoting health education,  
obtained positive responses. However, especially during and after the pandemic, many false narratives and  
reports were posted on social networks, generating negative impacts on health services. Social networks have the  
potential to be effective tools in health eduacation, as long as there is grater control over the contente posted and  
in can combine accessible language with scientific knowledge for the benefiit of the population.  
Keywords: Health information. Digital social media. Influencers and health.  
Esta obra está licenciada sob uma licença  
LOGEION: Filosofia da informação, Rio de Janeiro, v. 11, ed. especial, p. 1-8, e-7363, nov. 2024.  
ARTIGO  
1 INTRODUÇÃO  
A saúde é o bem mais precioso que temos. Sua ausência é motivo de medo e pânico e  
cada vez mais a sociedade valoriza o conceito de saldável. Nas redes sociais como o  
instagram, são diversos perfis que trazem receitas para emagrecimento, desintoxicação, alívio  
de dores, estresse e preventivas para diversos adoecimentos. Se por um lado aumentam as  
possibilidades dos profissionais da saúde terem uma comunicação mais horizontal e  
informativa com seus pacientes, por outro percebemos o crescimento de influencers que  
mesmo sem formação disseminam informações sobre cuidados com a saúde para seus  
milhares de seguidores. Para se ter grande popularidade em um segmento na internet, não  
necessariamente precisa ter formação ou títulos referentes aos conteúdos aos quais se ensina,  
tornando as redes sociais uma fonte desafiadora de informações. São recorrentes os relatos de  
pessoas que seguem receitas que encontram na internet para cuidados com a saúde. Médicos  
e outros profissionais da saúde são interrogados cada vez mais por seus pacientes sobre suas  
condutas, as comparando as consultas feitas por eles em redes sociais.  
Os influenciadores digitais, ou influencers como são conhecidos através de seu  
engajamento nas redes, ganham o título de especialista sem necessariamente terem títulos ou  
formação acadêmica na área da saúde. São pessoas comuns que se interessam por um assunto  
específico e partilham a sua opinião com pessoas que se interessam pelo mesmo tema e fazem  
uso de um discurso persuasivo para aumentar o seu engajamento.  
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A esfera pública nos últimos anos é dominada pelas redes sociais digitais e a entrega  
dos conteúdos dominada por um conjunto de regras que determinam quais os conteúdos serão  
entregues aos usuários, constituindo uma forma não democrática de disseminação de  
informações. Para Habermas, esfera pública é um campo de debate público em que assuntos  
de interesses gerais podem ser discutidos, contribuindo para o processo democrático, no  
entanto com a emergência das mídias digitais e da forma como as informações e discussões  
são divulgadas, as informações são manipuladas favorecendo interesses econômicos.  
Esta pesquisa foi apresentada no XI colóquio de filosofia da informação democracia e  
tecnologia: regulação da internet e inteligência artificial na esfera pública em setembro de  
2024. O método utilizado para a pesquisa foi uma revisão sistêmica a partir da busca em duas  
bases de dados (PUBMED e Plataforma Capes) utilizando os descritores: Redes sociais  
digitais e informação em saúde; influencers e informações e saúde. Com esses descritores  
foram encontrados 74 resultados. Após um filtro com foco no objetivo da pesquisa, foram  
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avaliados na íntegra 9 artigos que foram revisados de modo sistemático e os resultados  
apresentados a partir da elaboração de quadros e tabelas.  
2 METODOLOGIA  
O objetivo geral deste artigo foi avaliar a exploração nas redes sociais digitais sobre o  
tema cuidados com a saúde. Através de uma revisão sistêmica buscou- se compreender como  
o tema cuidados com a saúde vêm sendo explorado nas redes sociais digitais. Através de uma  
revisão sistêmica utilizando artigos publicados entre 2019 a 2024, disponíveis na plataforma  
PUBMED e plataforma Capes e selecionado o critério revisão por pares.  
A pesquisa foi dividida em três etapas. A primeira foi a busca do material, usando os  
descritores e nas bases de dados selecionadas. Na segunda etapa foi realizada uma triagem dos  
artigos encontrados, selecionando aqueles que tinham como foco a discussão sobre as  
informações em saúde divulgadas nas redes sociais. A terceira etapa foi a revisão sistemática  
dos artigos selecionados e a disposição dos resultados.  
Segundo, Sampaio e Mancini, 2007, uma revisão sistemática requer uma pergunta  
clara, uma estratégia de busca, critérios de inclusão e exclusão dos artigos e uma análise da  
qualidade da literatura selecionada.  
Quadro 1 - Processo de revisão  
Fases da pesquisa  
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1- Busca do material com descritores na base de dados PUBMED  
2- Buca do material com descritores na plataforma Capes  
3- Critérios de exclusão  
4- Análise dos periódicos  
5- Análise dos resultados  
Fonte: elaborado pela autora.  
3 RESULTADOS  
Com os descritores selecionados, redes sociais digitais e informação em saúde;  
influencers e informações e saúde, foram selecionados nove artigos que são pertinentes ao  
tema da pesquisa. As datas de publicação variam de 2020 á 2023.  
Dos nove artigos selecionados, cinco trazem como tema a pandemia do Covid 19, as  
informações e as desinformações que circularam nas redes durante a crise sanitária mundial,  
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período este marcado pelo crescimento das informações sobre saúde através das redes sociais  
digitais.  
Quadro 2 - Artigos selecionados  
Título  
Autores  
Periódico  
Ano  
Fake News e desinformação: Como a  
disseminação de conteúdos por  
influencers pode prejudicar a saúde  
pública.  
A utilização de mídias digitais para a  
divulgação do conhecimento científico  
sobre a saúde mental durante a pandemia  
do COVID 19  
Kamida. G.Y Rizeto. H. Revista  
2021  
F. S e Mungioli. M. C.  
Munhoz. N.T, Et Al.  
Anagrama  
Expressa  
extensão  
2020  
2023  
Mídias sociais na estratégia saúde da  
família: uma ferramenta para educação  
em saúde.  
Silva, A. C. de C. da Revista Foco  
Silva, T. O, Santos, D. A.  
da S. e Goulart L. S.  
Em quem confiam os portugueses? A  
gestão da comunicação governamental  
na pandemia covid-19.  
Gonçalves, G., Piñeiro- Comunicação e 2021  
Naval, V., & Toniolo, B. sociedade  
P.  
Análise da informação sobre cloroquina  
e ivermectina nas mídias digitais  
Youtube e Instagram: relação entre  
Covid-19 e infodemia.  
Bravo. T. P, Alberto, C, Revista  
Nogueira. T. A. e Calil- brasileira  
2021  
de  
Elias, S.  
farmácia  
hospitalar  
serviços  
saúde,  
e
de  
A vigilância sanitária no Facebook:  
potências e fragilidades da comunicação  
do risco sanitário na esfera digital.  
Competências necessárias no combate à  
desinformação: um estudo no contexto  
da rede social durante a crise sanitária  
O Instagram enquanto ferramenta de  
comunicação em saúde pública: uma  
revisão sistemática  
Voos, F. L., & Marques, Saúde  
e
2020  
2022  
2020  
M. C. D. C.  
sociedade  
Pacheco. J.P.C, Gerlin. Asklepion:  
M.N.M  
informação em  
saúde  
Pinto, P. A., Antunes, M. Iberian  
J. L., & Almeida, A. M. Conference on  
4
P.  
Information  
Systems  
and  
Technologies  
(CISTI)  
Fake News, vacinas e os tipos de  
desinformação  
Gomes. C. A  
Cadernos  
linguística  
de 2020  
Fonte: elaborado pela autora.  
Foram analisados os artigos do quadro acima, cujas sínteses seguem: Os autores,  
Kamida, Rizeto e Mungili, fizeram um estudo a partir da rede social de uma influencer, cujo o  
tema que aborda em suas redes é saúde e bem-estar, que deu origem ao artigo Fake News e  
desinformação: Como a disseminação de conteúdos por influencers pode prejudicar a saúde  
pública. Os autores identificaram que a influenciadora pesquisada, não possui formação  
acadêmica na área da saúde, faz uso de um discurso persuasivo para ganhar engajamento,  
oferece consultoria para quem quer emagrecer e usa como dinâmica de apoio o seu cotidiano.  
O discurso persuasivo utilizado pela influenciadora demonstra estar baseado em parâmetros  
de felicidade que reforçam estereótipos socialmente construídos, como um corpo magro, uma  
família heterossexual e com recursos financeiros. Os autores identificaram que este tipo de  
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comunicação além de gerar riscos para a saúde, por ter como orientador uma pessoa sem  
formação, ainda reforça a marginalização excluindo ainda mais quem não atingem os padrões  
pré-estabelecidos.  
Pacheco e Gerlim, 2022, propõem uma articulação mais direta entre as áreas da  
biblioteconomia, comunicação, tecnologia e saúde para enfrentar os desafios da  
desinformação em redes sociais durante a crise sanitária do COVID 19.  
Pinto, Antunes e Almeida, 2020, destacaram a importância em criar, monitorar e  
atualizar perfis no instagram de entidades de saúde com o intuito de estimular o envolvimento  
público com a promoção da saúde, através de perfis que ofereçam informações confiáveis  
sobre o tema.  
Gonçalves, Piñeiro e Toniolo, 2022, através de entrevistas com cidadãos portugueses,  
identificaram que os mesmos durante a pandemia, demonstraram pouca confiança nas redes  
sociais digitais e nos influenciadores digitais como fonte de informação sobre a COVID-19,  
sendo que quanto maior é o grau académico menor é a confiança dos inquiridos  
nos influencers e nas redes sociais digitais.  
Munhoz et al, 2020, através de um projeto de extensão universitário, com base em  
pesquisas científicas formularam um relatório que buscou apresentar a construção de  
propostas elaboradas por docentes e discentes do curso de Psicologia, da Universidade  
Federal de Pelotas, que detalhou ações visando demonstrar a importância das redes sociais  
para a divulgação de conhecimento sobre a prevenção e promoção de saúde mental no  
contexto de distanciamento social, durante a pandemia do COVID 19. Identificaram que de  
forma geral, que a divulgação de materiais mediante o uso de mídias digitais tende a ampliar o  
acesso à informação da população, possibilitando novos meios de aprendizagem e  
promovendo uma rede de contato entre estudantes, professores e comunidade.  
Silva, Santos e Goulart, 2023, relataram a experiencia de um projeto de extensão feito  
através de unidades da saúde da família, no município de Rondonópolis, MT, com objetivo de  
informar sobre práticas educativas em saúde através de redes sociais. Os funcionários das  
unidades de saúde da família receberam capacitação sobre tecnologias da informação e  
tecnologias digitais e criaram oito mídias sociais. Nas contas do instagram, foram divulgadas  
informações sobre COVID 19, atualização do calendário vacinal e coleta de exames.  
Identificaram que as mídias sociais contribuíram para aproximar os serviços da comunidade e  
que as mesmas representam uma excelente estratégia de educação em saúde.  
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Bravo, Alberto, Nogueira e Calil-Elias, 2021, analisaram as informações relacionadas  
ao tratamento da COVID 19 nas mídias sociais brasileiras. Eles selecionaram as 100 primeiras  
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publicações a partir dos termos “cloroquina e ivermectina. O instagram foi à mídia que mais  
gerou informações sobre esses medicamentos. Os autores sugerem a regulação e o controle  
das informações em saúde nas mídias sociais e a reorganização das atividades de assistência  
farmacêutica e gestão de serviços e para garantia da promoção em saúde e uso racional de  
medicamentos.  
Voos e Marques, 2020, estudaram o campo de comunicação em vigilância sanitária  
por meio do Facebook. Os autores identificaram a necessidade de uma equipe da área de  
comunicação integrada à equipe de Vigilância sanitária e sinalizam que as mídias sociais, são  
formas contemporâneas de comunicação e se caso a saúde pública não se aproprie deste  
espaço de discussão, outros o farão. As análises realizadas pelos autores entendem que é  
possível fortalecer as reações geradas pela Vigilância Sanitária e sociedade conectadas nas  
novas formas de promover saúde.  
Gomes, 2020, trazem um estudo sobre fake News em relação às vacinas no ano de  
2018, período marcado por um surto de febre amarela na região sudeste do Brasil. Das  
notícias selecionadas neste período que circulavam em redes sociais, identificaram que 70%  
foram classificadas como conteúdo enganoso ou distorção intencional de informações  
factuais. Os autores identificaram como uma das razões na origem da disseminação bem-  
sucedida das fake News é a motivação financeira, pois os sites ganham dinheiro com os  
cliques em matérias e os conteúdos enganosos têm mais visibilidade do que as notícias  
factuais.  
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4 CONSIDERAÇÕES FINAIS  
As redes sociais digitais se constituem a maior forma de comunicação na atualidade. O  
avanço das redes e principalmente do Instagram, vieram acompanhado da emergência de uma  
nova ocupação; os influenciadores digitais, ou influencers. No campo da saúde foi notável o  
aumento deste segmento a partir da pandemia do COVID 19.  
Os influenciadores são pessoas comuns que não precisam ter necessariamente  
formação no tema ao qual se interessam e difundem informações. Os influencers da saúde são  
pessoas que têm algum poder no processo de decisão de compra ou de influenciar decisões em  
relação ao estilo de vida. Influenciam o consumo de produtos e de padrões de vida unificados  
e na maioria baseados unicamente em sua experiência pessoal. São legitimadas e recebem o  
título de influencers pelo engajamento e número expressivo de seguidores, no entanto isso não  
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seria tão grave se não fosse o discurso usado por eles e as regras usadas para a entrega dos  
conteúdos.  
Os influencers usam um discurso persuasivo, carregado de verdade absoluta e se dota  
de recursos retóricos objetivando convencer ou alterar comportamentos já estabelecidos e por  
ter grande audiência este tipo de conteúdo contribui para o aumento de audiência de notícias  
falsas. (Kamida, Rizeto e Mungioli, 2021)  
O que determina a entrega do conteúdo para um número maior ou menor de pessoas  
são os algoritmos, um conjunto de regras que determina quais os conteúdos serão mostrados  
aos usuários. Essas regras mudam com frequência e para que o seu conteúdo tenha uma boa  
entrega ele não precisa ter qualidade, e nem serem verdadeiros, mas sim que se esteja  
atualizado nas regras dos algoritmos.  
Compreende- se que as regras utilizadas para entrega dos conteúdos ferem a  
democracia na esfera pública, manipulam, direcionam e controlam as informações  
desfavorecendo debates construtivos, além gerarem prejuízos a saúde pública, pois nem  
sempre os conteúdos mais divulgados sobre informações em saúde são de qualidade ou  
seguros.  
Através da análise dos artigos selecionados foi possível concluir que as redes sociais  
quando utilizadas por universidades, grupos de pesquisa, instituições de saúde e profissionais,  
com a finalidade de promover educação em saúde obteve respostas positivas, no entanto,  
principalmente durante e após a pandemia, muitas narrativas e relatos falsos foram postados  
em redes sociais, gerando impactos negativos sobre os serviços de saúde.  
As redes sociais têm potencial para serem ferramentas eficazes na educação em saúde,  
desde que se tenha um controle maior dos conteúdos postados, regras mais democráticas de  
entrega de conteúdos e que possa unir a linguagem acessível ao conhecimento científico para  
benefício da população.  
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LOGEION: Filosofia da informação, Rio de Janeiro, v. 11, ed. especial, p. 1-8, e-7363, nov. 2024  
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REFERÊNCIAS  
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