Senciência epistemológica
um estudo semiótico no campo científico sobre as estruturas, alcances e reflexos das imagens simbólicas e estéticas
DOI:
https://doi.org/10.21728/logeion.2026v12n2e-7854Palavras-chave:
epistemologia, imagens simbólicas e estéticas, senciência epistemológica, semióticaResumo
É imperativo descortinar em certa medida as imagens simbólicas e estéticas da representação do conhecimento científico. Isso implica debruçar sobre a vida mental no campo poliepistemológico, especialmente, focando a inteligência através da senciência epistemológica, pois a ciência é um advento dela. A senciência epistemológica é o lugar onde se situam a consciência e a autoconsciência frente à capacidade de interseccionar sensação/percepção, visão, simbolização/representação, análises, conclusão e a construção dos fatos no campo da satisfação e da frustração no tempo e espaço, o que inclui o contexto científico. Assim, como a senciência epistemológica pode operar na representação do conhecimento científico quanto às imagens simbólicas, estéticas e epistêmicas? Objetivou-se refletir sobre o uso das imagens simbólicas, estéticas e epistêmicas no campo representação do conhecimento. Adotou-se a abordagem qualitativa, que parte da premissa de que as construções mentais, no que diz respeito aos significados, precisam ser desveladas e o método semiótico permite alargar as capacidades interpretativas à medida que entendem o intérprete, o observador, o sujeito com autonomia. As imagens simbólicas, estéticas e epistêmicas são analogias, metáforas e também palavras esponjas que estão inseridas no campo da sensação, percepção e da representação, porém urge a necessidade de localizá-las no campo da senciência e da pragmática que promovem a consciência experiente. Esse fluxo fenomenológico trata da vigilância poliepistemológica na representação do conhecimento científico de qualquer campo científico quanto às estruturas e alcances das imagens simbólicas, estéticas e epistêmicas.
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