Políticas Públicas e o Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais em Regiões Periféricas

Autores

  • Eduardo José Monteiro da Costa

Palavras-chave:

Políticas públicas, Aglomerações de empresas, Desenvolvimento regional

Resumo

Nos últimos anos, os arranjos produtivos locais (APLs) vêm se constituindo como importante instrumento de política econômica. Em que pese isto, grande parte da ação pública que objetiva o apoio ao desenvolvimento desses aglomerados carece de uma agenda que dê direção e coerência para a intervenção, potencializando e otimizando a ação do Estado. Este trabalho, portanto, com foco nesta problemática, procura levantar os limites e as possibilidades de intervenção do setor público nas aglomerações produtivas industriais brasileiras, estabelecendo uma agenda de intervenção para o desenvolvimento de APLs consolidados. A conclusão do trabalho é que de forma dialética os arranjos produtivos estabelecem-se, por um lado, como efetivo instrumento de desenvolvimento em regiões periféricas e, por outro, como o resultado de políticas adequadas, articuladas e pactuadas de desenvolvimento regional.

Biografia do Autor

  • Eduardo José Monteiro da Costa

    Doutor em Economia Aplicada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – Campinas, SP - Brasil. Professor da Universidade Federal do Pará (UFPA) - Belém, PA – Brasil. Secretário de Controle Interno do Poder Judiciário do Estado do Pará - Belém, PA – Brasil.

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Publicado

20/12/2017

Edição

Seção

Prêmio Nacional de Des. Reg. 2010 - Homenagem a Celso Furtado | Cat. I - Prod. do Conhecimento Acadêmico

Como Citar

Políticas Públicas e o Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais em Regiões Periféricas. (2017). Inclusão Social, 7(2). https://revista.ibict.br/inclusao/article/view/3879

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