Ir para o conteúdo
GovBR

O poder de narrar: geopolítica da distribuição cinematográfica no Brasil

  • RESUMO O presente ensaio desenvolve uma investigação dentro do campo da economia política da cultura que objetiva problematizar e desvendar caminhos para o entendimento do quadro de hegemonia do cinema hollywoodiano no Brasil, tendo como foco a distribuição em salas. Coloca-se como hipótese que o subdesenvolvimento econômico do cinema nacional tem origem em questões de ordem macroeconômica, a saber, na estrutura oligopolista da indústria cinematográfica em escala mundial que logrou a dominação do mercado, especialmente da esfera da distribuição, pelas majors. À luz do que escreve Ellen Wood sobre o imperialismo contemporâneo, opera-se com as ideias de tríade competitiva de Alfred Chandler, centralização do capital de Harry Braverman e mundialização do capital de  François Chesnais, para entender a estrutura e a organização contemporânea das grandes corporações de mídia. A partir de dados publicados pelo Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA-ANCINE), analisa-se a atuação das distribuidoras estrangeiras no Brasil, bem como dois movimentos contemporâneos que reconfiguram o mercado: a digitalização das salas e a emergência do streaming.

    Palavras-chave: Economia Política do Cinema; Distribuição Cinematográfica; Cultura e Imperialismo; Cinema Brasileiro.

    Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)

    Brasília, DF, Brasil
    Setor de Autarquias Sul (SAUS), Quadra 5, Lote 6, Bloco H
    70070-912
    www.ibict.br
    Rio de Janeiro, RJ, Brasil
    Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação
    Rua Lauro Muller, 455 - 4º Andar - Botafogo
    22290-160
    www.ppgci.ufrj.br

    Contato

    Christine Alvarez

    • +55-21-3873-9454
    • liinc@ibict.br

    Liinc em Revista ISSN 1808-3536

    Liinc em Revista é licenciada sob CC BY 4.0

    Política de privacidade

    Platform and workflow by OJS/PKP

    Desenvolvido por Commscientia