O presente artigo se dedica à discussão sobre “documentos rebeldes”, dispostos a denunciar as falácias do progresso orientado pela lógica capitalista de acumulação e exploração, confeccionados pelos indígenas zapatistas em seu território, no sudeste mexicano. Nesse sentido, abordamos uma discussão oriunda da história econômica e da práxis revolucionária sobre o tempo e a teoria da história, acentuando o encontro crítico entre uma perspectiva epistemológica e prático-informacional. Tendo como princípios incontornáveis a dignidade humana, a conexão e o respeito à natureza e a busca de liberdade dos povos subalternizados ao longo da história, tomar conhecimento sobre a experiência zapatista nos reativa a esperança por um outro tempo e um “outro mundo possível”
Antropoceno, Zapatista, Tempo, Informação, Documentos
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