Explorando o Google Data Search para zika, dengue e chikungunya

Autores

  • Maria Simone de Menezes Alencar Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Federal University of Rio de Janeiro State https://orcid.org/0000-0002-2992-2215
  • Jorge Lima de Magalhães Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
  • Suzanne de Oliveira Rodrigues Schumacher Sistema de Informação sobre a Indústria Química (SIQUIM/EQ/UFRJ)
  • Juliana de Simone Morais Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Mateus Pinheiro Ramos Sistema de Informação sobre a Indústria Química (SIQUIM/EQ/UFRJ)
  • Adelaide Maria de Souza Antunes Professora Permanente do Mestrado Profissional e do Doutorado Profissional em Propriedade Intelectual e Inovação do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil Professora Emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Professora Permanente do Mestrado e Doutorado acadêmico de Engenharia de Processos Químicos e Bioquímicos da Escola de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.18225/ci.inf.v48i3.4860

Palavras-chave:

Dados de pesquisa, Reuso, Ciência Aberta, Dados abertos de pesquisa.

Resumo

O trabalho visa explorar o Google Data Search, ferramenta instrumento de apoio a Ciência Aberta, composto por vários provedores de diferentes assuntos. O estudo teve por base a área de saúde pública com busca de dados sobre as doenças negligenciadas Zika, Dengue e Chikungunya. O levantamento obteve 75 conjuntos de dados que foram tratados em planilha Excel por: título; nome do provedor com respectivo link; no. de artigos que citam os dados; DOI; datas da criação, atualização, publicação; instituição fornecedora dos dados; autores, licença e formato de download. Após análise, foram criadas mais duas variáveis indexando a região geográfica e tipologia dos dados. Os resultados mostraram que experimentos, casos e modelagem estatística são as tipologias mais frequentes, 45% dos conjuntos de dados são citados em artigos científicos e a região que tem com o maior número de conjunto de dados sobre os temas é o Brasil. Os metadados são originados de 13 diferentes provedores. Conclui-se sobre o potencial que o Google Data Search tem para estimular o reuso dos dados abertos de pesquisa, contribuindo para o avanço da ciência e maximização dos investimentos aplicados em pesquisas.

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Referências

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Publicado

20/03/2020