Os estudos da ciência e da tecnologia constituem uma área em que novas ferramentas analíticas são constantemente elaboradas. Este artigo propõe usar a sociologia das expectativas, desenvolvida na última década, como uma nova perspectiva a ser usada para analisar debates geralmente explorados por teorias da política científica, e investigar as vantagens e lacunas desta disciplina. Ao fazê-lo, faz-se uso de um conjunto de trabalhos da sociologia das expectativas para sugerir uma re-leitura do caso do sismo de Aquila em 2009 em que, de forma inédita na história da ciência, seis cientistas e um oficial do governo italianos foram acusados e condenados por homicídio involuntário pela occorência de 300 vítimas.
Comunicação, Expectativas, Política Científica, Sociedade de Risco, Sociologia da Ciência.
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