O artigo analisa o papel de arranjos institucionais voltados à inovação de processos e produtos, chamando a atenção para o setor de novas mídias. Tais arranjos se caracterizariam pelo surgimento de redes. A constituição de redes interinstitucionais é relevante na medida em que tem a capacidade de, potencialmente, imprimir uma nova configuração tanto ao tipo de inovação empreendida quanto aos seus desdobramentos econômicos e sociais. Adotamos uma perspectiva analítica neo-institucionalista e, com isso, pretende-se aportar novas contribuições à literatura teórica sobre o processo de inovação, principalmente de alguns autores ainda pouco conhecidos no Brasil.
inovação, arranjos institucionais, redes de inovação, novas mídias | innovation, Novas Mídias
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