“Na Colônia penal”, Kafka fornece-nos literariamente uma reflexão profundamente perturbadora sobre as relações entre homem e máquina. Argüimos que, sendo talvez o mais esperançoso do escritor, o texto analisa de forma estética e em estado extremo o fantástico que envolve nossas relações com a técnica maquinística. O registro histórico em que se inscreve o conto é transcendido por uma criação poética que deixa entrever de forma original e pioneira, mas não tecnológica, o que atualmente começa a ser chamado de pensamento pós-humanista.
Kafka, “Na Colônia penal”, Técnica e cultura, Tecnologia, Crítica
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