Este artigo discute as possibilidades da criação audiovisual como linha de fuga ao Estado e à sociedade de controle. Tendo como referência teórica o debate em torno da biopolítica, do trabalho imaterial e, em especial, de general intellect, observa-se o caso específico do projeto NoAr desenvolvido em Fortaleza pela ONG Alpendre com jovens em situação de risco social que produzem um programa veiculado na rede pública de televisão.
Juventude, Mídia, Biopolítica, Trabalho imaterial
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