Busca-se avaliar o enquadramento jornalístico feito pelos jornais da mídia corporativa que legitimam e medeiam a pauta pública e a estratégia da política de segurança pública do Rio de Janeiro, recorrendo à cobertura de notícias sobre os protestos realizados nas ruas da cidade durante o “Junho Furioso”. A partir do uso de semânticas estereotipadas para noticiar o fato jornalístico pela imprensa, será avaliada a criação de um imaginário social coletivo como espaço público de disputa de hegemonia conforme a concepção gramsciana, criminalizando midiaticamente as áreas pobres da cidade do Rio de Janeiro para obtenção de um controle da ordem pública.
Mídia corporativa, Hegemonia gramisciana, Política de Segurança Pública, “Junho Furioso”, Controle e ordem social.
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