Este trabalho analisa algumas dinâmicas técnicas e políticas em torno dos usos e aplicações do espectro eletromagnético. Argumentando que a vigilância é parte intrínseca do desenvolvimento de certo modelo e arquitetura tecnológica em um nível infraestrutural, exploramos conceitos e práticas que buscam novas perspectivas de entendimento e ação dentro dessa camada essencial para os processos de comunicação que é o espectro. Iniciamos apresentando o espectro radioelétrico e seu gerenciamento para em seguida debater a noção de “espectro aberto” e seus usos mais recentes. Ao final, apresentamos exemplos que ilustram concepções alternativas técnicas e políticas por meio da noção de “espectro livre”.
Vigilância, Comunicação, Rádio, Espectro Eletromagnético, Tecnologia.
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