Este artigo analisa a forma como a ciência cidadã tal como a conhecemos hoje configura suas principais aspirações e dinâmicas como parte de um sistema de ciência aberta centrado na produção do e acesso ao dado. Assim, adverte-se do risco de a ciência cidadã derivar para uma prática de sofisticação da coleta e classificação de dados e que, assim, os valores democráticos que subjazem o conceito de abertura científica se tornem, mais que do que genuínos, espetaculares. Propõe-se ao final, como alternativa, revisar com Alan Irwin (1993) um concepção de ciência cidadã ligada à idéia de crítica, demanda e confrontação cidadã.
Alan Irwin, Ciência aberta, Ciência Cidadã, Democratização da ciência
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