Este artigo se volta para a iminente definição do Sistema Brasileiro de Rádio Digital (SBRD), tendo como objeto privilegiado de análise o middleware Ginga, desenvolvido para a TV Digital Interativa Brasileira. Aponta para a importância da pesquisa colaborativa e independente dos cidadãos envolvidos na defesa da Digital Radio Mondiale como padrão para a Rádio Digital Brasileira e argumenta que o surgimento de uma nova gestão dinâmica do espectro torna obsoleto o seu exclusivo, regido historicamente por regimes de concessão. Por fim, observa criticamente a mercantilização do espectro como o principal obstáculo à transição do analógico para o digital e afirma a emergência de um novo paradigma do espectro, abundante e como um bem comum tecnológico.
Televisão Digital, Rádio Digital, Middleware Ginga, Espectro, Paradigma
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