O objetivo deste artigo é explorar os benefícios do e as críticas ao movimento maker, na perspectiva de sua adoção no contexto africano. O método usado foi a revisão da literatura, que revela que o movimento maker está incorporado à ética maker, ao DIY e a ideologias de software livre. Essas ideologias trazem valores como abertura, compartilhamento, inclusão, democratização e colaboração, que são o âmago dos benefícios sociais, políticos e econômicos do movimento maker. Mesmo que esses benefícios estejam infiltrados pelo capitalismo, a busca da justiça cognitiva e a filosofia do Commons parecem ser as ferramentas epistemológicas certas para a adoção do movimento maker na África.
Movimento maker, Justiça cognitiva, Bens comuns, Hackerspace, Faça você mesmo
Platform and workflow by OJS/PKP
Desenvolvido por Commscientia