Classificação de objetos de fronteira na organização do conhecimento e o papel das ontologias

Autores

  • Linair Maria Campos Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.18617/liinc.v14i2.4314

Resumo

RESUMO Objetos de fronteira (boundary objects) têm sido abordados na área da ciência da informação como objetos (concretos ou abstratos) usados como pontes de contato entre comunidades ou grupos, facilitando a sua comunicação e entendimento.Vários tipos de objetos de fronteira são exemplificados na literatura, cada qual desempenhando um papel específico, dentro do papel mais geral, de articulação de compreensão e troca de conhecimento entre comunidades que partilham algum objetivo em comum. Entretanto, essa diferenciação de papeis nem sempre é clara, dificultando o entendimento da finalidade e utilidade de tais instrumentos de acordo com suas características e com o problema que visam resolver. Especialmente quando um mesmo objeto de fronteira pode assumir mais de um papel de acordo com o seu uso, como é o caso das ontologias.O objetivo deste trabalho é investigar diferentes tipos de objetos de fronteira, a partir de uma revisão na literatura, e propor uma categorização com base em suas características e finalidades, de modo a situar os diferentes papéis que as ontologias podem assumir como objetos de fronteira, discutindo seu uso como tal. Como resultado, apresentamos um mapa conceitual de tipos de objetos de fronteira e uma exemplificação do papel das ontologias de acordo com o seu uso nesse contexto

Palavras-chave: Objetos de Fronteira; Organização do Conhecimento; Ontologias.

Biografia do Autor

  • Linair Maria Campos, Universidade Federal Fluminense

    Departamento de Ciência da Informação

    Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação (PPGCI-UFF)

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Publicado

17/12/2018

Edição

Seção

Organização do Conhecimento: agendas sociopolíticas e seus conflitos históricos

Como Citar

Classificação de objetos de fronteira na organização do conhecimento e o papel das ontologias. Liinc em Revista, [S. l.], v. 14, n. 2, 2018. DOI: 10.18617/liinc.v14i2.4314. Disponível em: https://revista.ibict.br/liinc/article/view/4314.. Acesso em: 18 jul. 2024.