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O conceito do comum

apontamentos introdutórios

  • Com a publicação de Bem-estar comum, escrito por Michael Hardt e Antonio Negri (2016), de O comum: ensaio sobre a revolução no século XXI, de Christian Laval e Pierre Dardot (2017), e de Calibã e a bruxa, de Silvia Federici, o tema do comum (procomún em espanhol, commons em inglês) voltou a ganhar a atenção de pesquisadores das ciências humanas e sociais no Brasil. Neste artigo, retomamos um esforço realizado por Sergio Amadeu da Silveira em 2007, quando publicou o artigo “O conceito de commons na cibercultura”, e realizamos um percurso por autores que trabalham com o conceito de comum, contribuindo para descrever e localizar parte da bibliografia disponível sobre o tema, sendo grande parcela ainda indisponível em português. No artigo, tratamos da obra de autores como Garrett Hardin, Elinor Ostrom, David Bollier, Laval e Dardot, Hardt e Negri, Silvia Federici, Michel Bauwens, Silke Helfrich, Imre Simon, Miguel Said Vieira, Joan Subirats e César Rendueles, Yochai Benkler, Rafael Zanatta e Ugo Mattei, entre outros.

     

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