A mulher como informe: uma maculatura desclassificada na tipografia do informar

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DOI:

https://doi.org/10.18617/liinc.v14i2.4303

Resumo

RESUMO Este texto trata do (não)conceito mulher na história ontológica do informar, cuja cifra é o informe. Aborda a questão marginal do feminino e sua condição desclassificada nas largas linhas do pensamento ocidental, em especial, na visão de Aristóteles e, por ora, também de Sócrates (ou Platão). Como argumento, delineia o informe como uma rasura no conceito de informação e, em paralelo, apresenta a mulher como uma marginália simultânea nesse processo ocidental de obliteração. Por fim, assinala um revém na história conceitual da informação.

Palavras-chave: Desclassificação; Informe; Mulher; Filosofia da Informação.

Biografia do autor

Vinícios Souza de Menezes, Pós-Doutorando em Ciência da Informação (PPGCI IBICT UFRJ)

Graduado em Biblioteconomia e Documentação (UFBA)

Mestre em Ciência da Informação (PPGCI UFBA)

Doutor em Ciência da Informação (PPGCI IBICT UFRJ)

Pós-Doutorando em Ciência da Informação (PPGCI IBICT UFRJ)

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Publicado

17/12/2018

Como citar

Menezes, V. S. de. (2018). A mulher como informe: uma maculatura desclassificada na tipografia do informar. Liinc Em Revista, 14(2). https://doi.org/10.18617/liinc.v14i2.4303

Edição

Seção

Organização do Conhecimento: agendas sociopolíticas e seus conflitos históricos