Vladimir Sibylla Pires
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
A economia criativa emerge da crise instaurada a partir da passagem do padrão produtivo fordista / taylorista para o regime pós-fordista e é aqui entendida como um dos principais agentes da reestruturação contemporânea do capital. Sua produtividade baseia-se não apenas nas capacidades cognitivas e comunicacionais de seus empreendedores, como também na mobilização e apropriação de um conjunto de idéias-força conformadoras de – e conformadas por – uma multiplicidade de valores e estilos de vida surgidos ao longo da segunda metade do século passado, os quais este artigo objetiva apresentar.
Palavras-chave
Pós-fordismo, Economia criativa, produtividade, Produtividade, Idéias-força, Estilos de vida