Este artigo traz considerações sobre o direito à informação no campo da musicologia no Brasil, especialmente sobre o acesso a fontes musicais manuscritas. O autor compara a situação atual com o contexto de fins da década de 1990, apresentando exemplos concretos de avanço em termos de acessibilidade das fontes e reflexões sobre o impacto das tecnologias digitais na área em foco. Finalmente, aponta aspectos em que não houve tranformações significativas, tais como as restrições legais, as dificuldades metodológicas e a falta de mobilização coletiva para a discussão e definição de políticas públicas voltadas para o tratamento e a conservação do Patrimônio Musical no Brasil.
música brasileira, musicologia histórica, acervos, digitalização, patrimônio cultural
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