A partir da constatação de uma virada deliberativa nos Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia (ESCT) são identificados reflexos dentro dos estudos e práticas de Inovação. Propõem-se duas categorias de participação pública: uma primeira, oriunda dos ESCT, cujo enfoque está nos produtores de tecnologia e uma segunda, cuja centralidade se encontra nos próprios usuários das inovações. Ainda que divergentes sobre arranjos institucionais e propósitos, são estruturas conceituais complementares que podem ser particularmente utilizadas para a elaboração de políticas para o desenvolvimento de tecnologias e inovações sociais.
Democracia, Participação, Avaliação de Tecnologias, Inovação, Tecnologias Sociais
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