Este artigo trata das manifestações ocorridas no Brasil em 2013, quando milhões de pessoas ocuparam as ruas e as redes sociais para mostrarem sua indignação e protestarem contra uma série de problemas, embora sem objetivar com profundidade nenhum deles. A proposta desta reflexão é questionar os rumos que o movimento tomou e suas reais condições de oferecer alternativa para o modelo de sociedade que se busca, além de chamar a atenção para o fato de que as novas tecnologias da comunicação, tendo a internet como lugar simbólico, não são capazes de fornecer garantia alguma de que se estão promovendo as transformações que historicamente se apresentam como necessárias. Em vez de luta e avanço cidadão o que pode estar acontecendo ou já ter acontecido é o debut de uma geração que reclama direitos de consumidor, mais do que cidadania.
Manifestações, Novas tecnologias, Cidadania.
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