Big data é um fenômeno que coloca novos desafios para diversos profissionais, entre eles o cientista da informação. No capitalismo contemporâneo, a gestão de enormes conjuntos de dados digitais é imprescindível à garantia ou manutenção do poder. Problematiza as formas de resistências compreendidas como contrapoder ou contrainformação. Para isso, aborda as implicações sociais e políticas do big data, destacando possibilidades de apropriação dos dados pela arte e pela filosofia, capazes de gerar linhas de fuga. Aproxima as noções de big data e de sublime kantiana para, então, conceber o conceito filosófico de devir sublime enquanto o que resiste e difere na nova dinâmica de saber-poder.
Big Data, Metadado, Contrainformação, Devir-Sublime.
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