Entre os movimentos do chamado novo ciclo global de lutas (2011-2013), o 15M espanhol tem se caracterizado por ter a dimensão tecnopolítica mais potente. Uma parte fundamental dessa tekné é a cartografia, revelando sua potência nos processos de auto-organização, ação distribuída e descentralizada, inclusão de atores diversos e processos de imaginação social. Como parte de uma produção de ciência do comum e enfrentando as questões fundamentais em torno da reprodução da vida na metrópole contemporânea, os mapas do 15M apresentam novas funcionalidades e avanços técnicos não praticados em semelhante escala anteriormente. Em sua inovação tecnossocial, os mapas do 15M inauguram uma prática que chamamos a arte da cartografia da multidão conectada.
tecnopolítica, hacktivismo, ciência cidadã, movimentos de innovação “na base”
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