Neste artigo, busca-se refletir a respeito dos impactos provocados pela introdução das tecnologias digitais de fabricação no contexto de países periféricos, como é o caso do Brasil, por via do chamado Movimento Maker internacional. Para tanto, são tomados alguns dos slogans mais frequentemente veiculados pelos autodenominados makers, procurando-se identificar suas principais inconsistências teóricas, as quais têm levado a uma prática projetual pouco consciente com respeito à complexidade das questões envolvendo a economia política e a política do conhecimento implicadas no tema.
Economia Popular, Emancipação, Fabricação Digital, Movimento Maker
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