A emergência das Humanidades Digitais na América Latina e no Caribe deu lugar ao surgimento de um conjunto heterogêneo de objetos que articulam diferentes heranças acadêmicas e que paulatinamente estão se incorporando aos currículos. Embora se possa falar de práticas pré-existentes, é notável destacar a maneira na qual desde 2011 diferentes associações começaram a dar forma ao campo, utilizando como língua de comunicação científica o espanhol e o português. O presente artigo propõe uma exploração do comportamento associativo das Humanidades Digitais, principalmente na América Latina e no Caribe, embora valorize as experiências com comunidades da Península Ibérica. Ele reflete sobre as variáveis que poderiam dar solidez ao campo, tais como a defesa da cultura e a prática do comunitário, o aberto, a dos bens comuns, e a da língua científica.
Aberto, Associacionismo, Bens Comuns, Comunidade de Prática, Humanidades Digitais
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