Em à meio pandemia do SARS-CoV-2, também denominado de Covid-19, houve a intensificação do diálogo entre medidas sanitárias e tecnológicas para o combate e contenção do vírus. Nesse contexto, o presente trabalho tem por objetivo estudar a possível lógica de vigilância que permeia os aplicativos de rastreamento de contato utilizados para combate à pandemia. Valendo-se dos conceitos de Capitalismo de Vigilância e cultura de vigilância, parte-se de um desenvolvimento teórico, ancorado à análise empírica do caso de Cingapura, orientado pelas Regras de Inferência elaboradas por Epstein e King, a fim de verificar se o desvio de finalidade em sua utilização representa um reforço à lógica de vigilância vigente. Ao final conclui-se que, a depender de seu conteúdo, as alterações feitas nas políticas de privacidade podem reforçar uma lógica de vigilância que incide, especialmente, sobre populações historicamente perseguidas e marginalizadas
Capitalismo de Vigilância., Proteção de Dados., TraceTogether App., Rastreamento de Contato.
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