Ir para o conteúdo
GovBR

Os afetos nos artefatos da razão

caminhos críticos da verdade no Antropoceno

  • Trata-se de uma reflexão teórica sobre a noção de verdade objetiva associada ao artefato-linguagem “livro” (em sua ampla expressão histórica, para além do códice vegetal) como mediador determinista do conhecimento. O artigo focaliza o negacionismo científico no Antropoceno como um dos frutos do paradigma científico que contrapõe razão e afetividade, um problema ontológico da linguagem, de onde nasce a Ciência da Informação. O início do Antropoceno aqui se confunde com a máquina de reprodutibilidade da natureza encapsulada no livro, a partir do século XV. Como ciência social responsável pela organização, classificação e circulação dos saberes científicos oficializados, sua fundação - baseada no fetichismo da técnica como solução para o progresso - se mantém como um dos desafios a serem superados na contemporaneidade. Para o diálogo, parte-se da teoria trans-histórica de Lev Vygotsky, da noção de ruptura epistemológica em Bachelard e do conceito de tecnologia em Álvaro Vieira Pinto

    Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)

    Brasília, DF, Brasil
    Setor de Autarquias Sul (SAUS), Quadra 5, Lote 6, Bloco H
    70070-912
    www.ibict.br
    Rio de Janeiro, RJ, Brasil
    Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação
    Rua Lauro Muller, 455 - 4º Andar - Botafogo
    22290-160
    www.ppgci.ufrj.br

    Contato

    Christine Alvarez

    • +55-21-3873-9454
    • liinc@ibict.br

    Liinc em Revista ISSN 1808-3536

    Liinc em Revista é licenciada sob CC BY 4.0

    Política de privacidade

    Platform and workflow by OJS/PKP

    Desenvolvido por Commscientia