FINANCIAMIENTO DEL MCTI PARA ECOSISTEMAS DEL NORESTE
un análisis de acuerdos y transferencias
DOI:
https://doi.org/10.21728/p2p.2025v11n2e-7173Palabras clave:
financiamiento público, ecosistemas de innovación, Nordeste, MCTI, desarrollo regionalResumen
En lo que respecta al desarrollo de ecosistemas de innovación para el progreso socioeconómico del país, el Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación (MCTI) tiene un papel esencial en la promoción y financiación de proyectos de Ciencia, Tecnología e Innovación (CT&I), especialmente en regiones con necesidades específicas, como el noreste. Este artículo analiza críticamente el papel del MCTI en el desarrollo de ecosistemas de innovación en el Nordeste de Brasil, centrándose en la efectividad de las inversiones realizadas entre 1995 y 2023. A través del análisis de datos cuantitativos y cualitativos, la investigación identifica que, a pesar de la reducción de Monto total liberado por el MCTI en los últimos años, el Ministerio continúa invirtiendo en proyectos de largo plazo, principalmente a través de agentes intermediarios. Sin embargo, la región Sudeste concentra la mayor parte de los recursos, mientras que el Nordeste, a pesar de haber recibido el segundo mayor monto total liberado, todavía presenta valores más bajos, destacando la necesidad de una política de financiamiento más orientada a las demandas específicas de la región. La investigación apunta a la necesidad de una reformulación de la estrategia de financiamiento del MCTI, buscando operaciones más efectivas y eficientes en el Nordeste, con foco en optimizar la gestión de recursos, fortalecer la sinergia con otros actores del ecosistema de innovación e invertir en proyectos estratégicos para el desarrollo socioeconómico de la región.
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