Esse artigo tem como objetivo apresentar uma experiência de residência artística situada no Laboratório Corpo e Arte, no Instituto de Saúde e Sociedade da Unifesp Baixada Santista. A proposta é que este relato fomente o trânsito entre artistas e cientistas, diálogos e trocas possíveis, estimulando a diversidade das formas de criar e produzir conhecimento em saúde, mas também em outras áreas, a partir da experiência estética e do convívio. É urgente que o conhecimento produzido na universidade consiga circular e dialogar com outros setores políticos e sociais em um mundo à beira de uma catástrofe climática. Pontes entre cientistas, laboratórios e a comunidade, são necessárias e precisam ser construídas cotidianamente: um artista pode ajudar muito nessa empreitada.
arte, ciência, residência artística, deslocamentos, mobilidade.
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