Soberanía digital en el siglo XXI: Consideraciones brasileñas a partir del nuevo concepto de ciberespacio
considerações brasileiras a partir do novo conceito de ciberespaço
DOI:
https://doi.org/10.18225/ci.inf.v55i1.6639Palabras clave:
soberania digital, ciberespaço, transformações digitais, governança digitalResumen
Las transformaciones digitales son una característica distintiva del siglo XXI. La velocidad rápida de cambio provocada por las nuevas tecnologías a menudo supera la capacidad de transformación propia del estado. La creación de leyes, la elaboración de sistemas para salvaguardar la democracia, los ciudadanos y los activos públicos es un proceso más lento en comparación con las inversiones en ciencia y tecnología realizadas por varias empresas. El resultado es una respuesta estatal rápida pero globalmente insuficiente, tanto en la garantía de derechos como en la reducción de procesos explotativos. Una de las alternativas más empleadas para acortar la brecha entre las transformaciones y el espacio regulatorio del estado es la analogía entre los ámbitos físico y digital. En consecuencia, la legislación que se ha perfeccionado durante siglos para frenar los abusos de los agentes económicos en el tejido social transita del mundo físico al mundo digital. Sin embargo, esta conversión ha demostrado ser defectuosa e insuficiente. Este artículo examina las repercusiones de la analogía digital del concepto de "soberanía", comparando las propuestas estadounidenses y brasileñas en áreas clave del desarrollo de legislación digital. La conclusión es que Brasil no solo está rezagado en el desarrollo tecnológico, sino también en cómo el estado busca afirmar los derechos de los ciudadanos y proteger los activos públicos. En última instancia, el ámbito digital es más intrincado de lo que sugiere la analogía con lo físico.
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