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Guerras culturais, hacking e as vulnerabilidades do jornalismo à desinformação

  • O artigo busca identificar vulnerabilidades do jornalismo que vêm sendo exploradas por grupos de interesse capazes de “hackear” as rotinas produtivas das redações para difundir desinformação. A partir da análise de acontecimentos da política brasileira entre 2018 e 2022, apontou-se para a) casos nos quais a valorização das fontes de alta hierarquia permitiu a difusão de alegações falsas e gerou matéria-prima para propaganda em favor do ex-presidente; b) nos quais o princípio da objetividade resultou em jornalismo declaratório ou falsas equivalências; e c) nos quais a relevância conferida às polêmicas em redes sociais como acontecimentos jornalísticos redundou na amplificação de ideias da extrema direita no noticiário. Conclui-se pela necessidade de uma revisão dos princípios, valores e práticas profissionais do jornalismo, de modo que seus aspectos vulneráveis à exploração por agentes de desinformação sejam atualizados

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    Liinc em Revista ISSN 1808-3536

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