O artigo problematiza a prática de orientar vocações no panorama atual, em que o trabalho torna-se uma referência menos sólida para os indivíduos, e onde desafios específicos referentes ao tema da vulnerabilidade social são lançados. Apostamos em outra modalidade de intervenção, denominada Análise do Vocacional, como uma alternativa mais implicada com as angústias fomentadas pelos problemas da falta de emprego e a destituição das garantias sociais. Uma intervenção que produz/provoca o estranhamento das formas naturalizadas de lidar com tais questões, de modo a abrir espaço para a invenção de novos possíveis.
Orientação vocacional, Trabalho, Análise do vocacional, Micro-política, Subjetividade
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